Artigo Anais II CONIDIS

ANAIS de Evento

ISSN: 2526-186X

EFEITO DA SALINIDADE SOBRE A COMPOSIÇÃO QUÍMICA DO MILHO (ZEA MAYS L.)

Palavra-chaves: SALINIDADE, CARBOIDRATOS SOLÚVEIS, AMINOÁCIDOS LIVRES Pôster (PO) AT 01 - Produção do conhecimento: Para quê e para quem
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Publicado em 18 de dezembro de 2017

Resumo

O processo de salinização dos solos é típico de regiões áridas e semiáridas, geralmente resultantes da associação da formação geológica predominante na paisagem, má distribuição das chuvas, drenagem deficiente e exploração agrícola inadequada. Um aumento adicional no teor de sal pode causar abandono da terra agrícola em poucos anos, pois altos valores de sais no solo causam alterações nas características químicas e físicas dos solos e retarda ou impede o crescimento das plantas, principalmente devido ao aumento do potencial osmótico e toxidez indireta de determinados elementos. (PEDROTTI et al. 2015). O milho é considerado um cereal, da família Poaceae, é uma importante fonte de nutrientes, sendo assim utilizado com grande variedade de alimentos para a alimentação humana e animal, mas recentemente países da Europa e Estados Unidos estudam seu uso na fabricação de etanol. O objetivo desta pesquisa é avaliar o efeito da salinidade sobre os teores de carboidratos solúveis, prolina, aminoácidos livres totais e proteínas solúveis, em plantas jovens de milho submetidas à salinidade. Primeiramente foi coletado solo não salino da Estação Experimental de Cana de Açúcar de Carpina da UFRPE e salinizado artificialmente por intermédio de incubação com doses crescentes de NaCl. Os níveis de salinidade do solo empregados foram correspondentes às condutividades elétricas: menor que 4; 6,0; 12,0 e 16 dS/m, conforme os dados das condutividades elétricas presentes no solo após incubação. As sementes foram adquiridas no Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA). As doses de NaCl empregadas na salinização do solo foram obtidas através da aplicação de equação de regressão linear calculada a partir da incubação do solo não salino com doses crescentes de cloreto de sódio. A semeadura foi realizada na casa de vegetação do Laboratório de Bioquímica Vegetal do Departamento de Química – UFRPE e as plantas foram colhidas aos 55 dias de emergência. Na mesma ocasião foram pesadas as matérias frescas do caule e das folhas separadamente. Após 72 horas em estufa de aeração forçada a 65 °C, pesou-se novamente e obteve-se o peso da matéria seca. O material vegetal foi triturado em moinho de facas tipo Willey e armazenado para futuras análises. Foram realizadas no tecido foliar seco as determinações analíticas de aminoácidos livres totais e carboidratos solúveis. Foi observado que quanto maior a salinidade menor foi o peso das matérias seca e fresca. Os teores de carboidratos solúveis não foram afetados pela salinidade. O tratamento 12 dS/m apresentou uma tendência de elevação da concentração de aminoácidos livres totais nas plantas jovens de milho.

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