Artigo Anais II CONIDIS

ANAIS de Evento

ISSN: 2526-186X

O USO DE PLANTAS MEDICINAIS NO BIOMA CAATINGA: CONHECIMENTOS POPULARES E ACADÊMICOS.

Palavra-chaves: FITOTERÁPICOS, TECNOLOGIA, CONHECIMENTO POPULAR Pôster (PO) AT 01 - Produção do conhecimento: Para quê e para quem
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Publicado em 18 de dezembro de 2017

Resumo

As plantas medicinais são utilizadas para fins fitoterápicos, onde estes geralmente são feitos com folhas, cascas e sementes. Mesmo com o avanço na indústria farmacêutica, ainda se faz uso desse mecanismo natural, para tratar algumas enfermidades, sendo necessária uma interação entre o conhecimento científico e o popular de modo a orientar e permitir a segurança do uso de tais plantas medicinais, respeitando o conhecimento popular que vem sendo aplicado desde muitos anos. Com o avanço da tecnologia e a facilidade das pessoas se conectarem a redes de internet, foi gerado um link, onde a partir deste, os entrevistados tinham acesso a um questionário de nível considerável básico sobre os saberes a respeito da fitoterapia com plantas medicinais, afim de analisar os conhecimentos de pessoas com faixa etária de 10 a 60 anos sobre plantas medicinais na Caatinga, bem como a comparação de entrevistados da zona rural e urbana, para detectar se os indivíduos da zona rural têm mais conhecimento sobre o tema abordado. A faixa etária mais abrangente foi a de 21 a 30 anos. Dos 100 entrevistados a maioria reside na zona urbana (79%), onde a maior parte dos indivíduos conhece apenas de 0 a 5 plantas (51,90%) e o restante apresenta o conhecimento de 6 a 10 plantas (21,52%) ou mais de 10 plantas medicinais (26,58%). Na zona rural foram entrevistados 21 indivíduos, havendo um empate em relação ao número de plantas que eles conhecem. Quanto às plantas mais utilizadas, o boldo ficou em primeiro lugar, onde 74 pessoas fazem uso frequente, seguido pela erva-cidreira (72), erva-doce (52), macela (52), camomila (52), hortelã (42), alecrim (18) e canela (1). O uso de plantas medicinais é bem distribuído em toda a caatinga, porém observam-se graus de conhecimentos diferentes nos indivíduos entrevistados, isso pode variar de uma localidade para outra, bem como dos seus costumes e tradições. Além disso, há uma diferença entre os saberes científico e popular, fazendo-se necessária uma interação para que as lacunas sejam desfeitas, onde a comunidade científica precisa ter cuidado e respeitar o conhecimento popular, para que a tradição não seja perdida e se torne um ambiente aconchegante desses dois olhares diferentes.

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