Resumo Trabalho

PERFIL CLÍNICO DE MULHERES COM OSTEOPOROSE ATENDIDAS EM UM SERVIÇO DE ENDOCRINOLOGIA

Autor(es): RENATA GONÇALVES PINHEIRO CORREA, CHRISTIANO FRANCISCO DOS SANTOS, LUÍSA ARIAS ZENDIM, ANNA RAQUEL SILVEIRA GOMES e orientado por VICTORIA ZEGHBI COCHENSKI BORBA

INTRODUÇÃO: A osteoporose (OP) é uma doença crônica e sistêmica associada a deficiência de vitamina D (VD) e cálcio (Ca), aumento da fragilidade musculoesquelética, risco de quedas e fraturas. O objetivo foi analisar o perfil clínico de mulheres com osteoporose atendidas em serviço de Endocrinologia. MÉTODO: Este trabalho está inserido em um projeto maior, aprovado pelo Comitê de Ética, parecer: 1.804.775, realizado por meio de coletas de prontuários de pacientes atendidas em ambulatório público de endocrinologia, no período de novembro de 2017 a setembro de 2018. Foram incluídas mulheres com diagnóstico de Osteoporose (OP), com registro de uma ou mais consultas no ambulatório. Analisou-se: idade, deficiência de vitamina D, peso, índice de massa corporal (IMC), tabagismo, prática de exercícios, comorbidades, densidade mineral óssea, histórico de fraturas, suplementação de Vitamina D e Cálcio. Os resultados estão descritos como média e desvio padrão. RESULTADOS: Foram analisados setenta e três prontuários, de mulheres 69,31± 9,83 anos; o IMC médio foi de 26,75 ± 6, 18,9% (n=14) com deficiência de vitamina D; 17,6% (n=13) com fraturas; 18,9% (n=14) tabagistas e 66,2% (n=49) não praticavam exercício físico; 50% (n=37) com hipertensão arterial sistêmica; 43,2% (n=32) com dislipidemia; 39,2% (n=29) com osteoartrose. A suplementação de cálcio em média 571 mg/dia e de vitamina D semanal em média 25.394 UI. CONCLUSÃO: O perfil das mulheres indicou que a maioria era idosa, com peso adequado, sedentárias, hipertensas, com histórico de fraturas. Sugere-se prevenção de risco de quedas como terapêutica e a prática regular de exercícios físicos.

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