Resumo Trabalho

PAIS ÓRFÃOS DE FILHOS VIVOS: A GERAÇÃO QUE REPRESENTA O DESPREPARO PARA LIDAR COM O ENVELHECIMENTO HUMANO

Autor(es): LIDIANE SOUZA DE MACENA DEZIDERIO, ABIQUEILA ANGELO RIBEIRO DE OLIVEIRA, ROBERTA MACHADO ALVES, JUFRAN ALVES TOMAZ e orientado por ANA KARINA DA CRUZ MACHADO

O abandono e o descaso com os idosos têm frequentemente rodeado os vínculos familiares. São inúmeros exemplos de idosos órfãos de filhos, parentes e familiares vivos. Embora existam leis que incentivam o cuidado e atenção para com os idosos (exemplo do estatuto do idoso) a presença das famílias nas ações simples diárias é cada vez mais negligenciada. Ausência essa, que faz total diferença na saúde e qualidade de vida da pessoa idosa. O presente artigo tem por objetivo analisar os aspectos responsáveis pelo abandono da pessoa idosa, por seus familiares. A metodologia escolhida para o trabalho em tela, trata-se de uma revisão de literatura com base de dados em publicações e revistas online. Conclui-se que apesar da Constituição Federal (Brasil, 1988) assegurar a responsabilidade dos filhos maiores em ajudar e amparar os pais na velhice, o que se vê a cada dia são os índices de abandono e negligencia ao idoso crescer de maneira assustadora. Estudos do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), no ano de 2017, comprovaram que as maiores ocorrências registradas contra a pessoa idosa são violência psicológica, financeira e negligência, e os filhos são os principais violadores. Apesar da legislação, o cuidado da família para com o seu idoso, tem sido pauta recorrente de denuncias e solicitações de intervenção dos órgãos de proteção, assim como do abandono dos idosos em instituições de longa permanência como solução encontrada para essas situações.

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