Resumo Trabalho

ESTUDO DA SECAGEM NATURAL E ARMAZENAMENTO DA FARINHA DA CASCA DA ROMÃ (PUNICA GRANATUM.L)

Autor(es): GABRIEL MONTEIRO DA SILVA, CECILIA XIMENES PEREIRA, GASPAR DA COSTA MARTINS, JOAO MARCOS VASCONCELOS DE CARVALHO e orientado por CIBELE MEDEIROS DE CARVALHO

A Romã Punica granatum L, arvoreta de até 3 m de altura, com folhas simples, cartáceas, possui Flores solitárias, constituídas de corola vermelho-alaranjada e um cálice esverdeado, duro e coriáceo. Frutos do tipo baga, globóides, medindo até 12 cm, com numerosas sementes envolvidas por um arilo róseo, cheio de um líquido adocicado. Com este trabalho objetivou-se secar naturalmente a casca da romã produzir a farinha, caracterizá-la e estudar as alterações produzidas pelo efeito do seu armazenamento, embalada em potes de polietileno de alta densidade, no tempo de 110 dias. O uso do secador solar permite a conservação dos frutos de forma econômica e sustentável, além de não requerer mão-de-obra especializada. Os pós da casca da romã foram obtidos conforme a região da casca, mediante a secagem , totalizando um tempo médio de 72 horas. As amostras foram analisadas quanto a: umidade, pH, acidez e cinzas, após o processamento e durante todo o período de armazenamento, em intervalos de 20 dias. Durante o armazenamento da farinha a acidez total titulavel sofreu reduções, enquanto o teor de umidade e o pH aumentaram. O uso da secagem natural solar mostrou-se viável e eficiente para a secagem das cascas da romã, sendo uma operação unitária de baixo custo, além de utilizar uma fonte de energia abundante e renovável. A temperatura foi o parâmetro que mais influenciou o processo, sendo que temperaturas superiores no interior da bandeja resultaram em maiores taxas de secagem, reduzindo a duração do processo.

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