Resumo Trabalho

AVALIAÇÃO FÍSICO-QUÍMICA DE ÁGUA DE CISTERNAS ABASTECIDAS POR POÇO TUBULAR NAS ESCOLAS MUNICIPAIS DE SOLEDADE-PB

Autor(es): JOELSON SOUZA ISIDRO DOS SANTOS, JENNYFER ESTÉWANE VALENTIM DOS SANTOS, MYLENA DA SILVA SANTOS, JOSÉ MATHEUS RAMOS DE LIRA e orientado por IREMAR ALVES MADUREIRA

A região Semiárida do Nordeste é marcada pela baixa pluviosidade e altas temperaturas, fazendo com que apresente diversos problemas como a insuficiência de recursos hídricos. Agravando esse problema, as prolongadas secas que assolam a localidade deixam perto de serem exauridas as fontes de água, estabelecendo uma realidade de difícil acesso a água potável. Os moradores que habitam essas regiões procuram um meio de adaptação para sua subsistência no meio em que vivem. Essas adaptações consistem na captação e no armazenamento de água de diversos modos. As Cisternas são a forma de armazenamento de água mais utilizada no Nordeste brasileiro. Essas cisternas empregadas no semiárido são de alvenaria e, muitas vezes, apresentam problemas na sua estrutura física ou mau manuseio por parte da comunidade, tornando a água que está armazenada imprópria para o consumo humano. O objetivo da presente pesquisa é a caracterização físico-química das águas de cisternas das escolas e do poço tubular responsável pelo seu abastecimento quanto aos seguintes parâmetros: temperatura (oC), pH, condutividade elétrica (μS/cm), cloretos (Cl-), dureza total (Ca+2 e Mg+2), acidez carbônica (em termos de CaCO3), alcalinidade total (OH-, CO3-, HCO3-), dureza de cálcio (Ca+2) e dureza de magnésio (Mg+2). Com os resultados obtidos a partir dessas análises, foi possível observar que, quanto aos parâmetros analisados, algumas amostras de água estavam fora dos valores permitidos pela portaria 2914/11(BRASIL 2011) do Ministério da Saúde, parâmetros esses como: condutividade elétrica (μS/cm), dureza total (Ca+2 e Mg+2), cloretos (Cl-) entre outros, causando malefícios à saúde de quem a consumir.

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