Resumo Trabalho

CONSCIÊNCIA AMBIENTAL DAS ÁREAS DE PRESERVAÇÃO PERMANENTES NO MUNICIPIO DE AREIA-PB: O CAR EM DISCUSSÃO

Autor(es): CÁSSIO RICARDO GONÇALVES DA COSTA, AILSON DELIMA MARQUES

A reflexão sobre a relação homem-natureza neste século está intrinsicamente marcada pela degradação meio e dos ecossistemas associados. A educação ambiental, assim, surge como elemento importante da sociedade e relações econômicas. Esta dimensão de sustentabilidade e preservação tem surgido principalmente nos setores de educação básica e universitária, assim como no ramo agrícola e empresarial (TAUCHEN e BRANDLI, 2006). Nessa discussão, uma das mais importantes armas presentes no Código Florestal brasileiro (Lei nº12.651/12), são as Áreas de Preservação Permanentes (APPs), que são áreas prioritárias de efetiva proteção, coberta ou não por vegetação nativa, com a função ambiental de preservar os recursos hídricos, a paisagem, a estabilidade geológica e a biodiversidade, facilitar o fluxo gênico de fauna e flora, proteger o solo e assegurar o bem-estar das populações humanas. Assim, a avaliação da consciência ambiental é uma das mais importantes formas de conhecer o perfil e o grau de consciência sobre de grupos sociais e organizações sobre temáticas que envolvem a preservação e sustentabilidade (DIAS, 2003). Nesse sentido, surgiu o Novo Código Florestal que teve como maior objetivo solucionar os passivos ambientais de proprietários rurais, ou seja, regularizar as propriedades que se encontravam ao revés da lei. Para isso, foram criados programas e ferramentas que melhor articulam os trâmites da regularização ambiental, sendo o CAR o mecanismo de maior expectativa quanto à eficácia na gestão e no monitoramento das APPs (LAUDARES et al., 2014). Assim, esse trabalho busca investigar e caracterizar a consciência ambiental, de pequenos e médios agricultores, sobre a preservação de APPs em suas propriedades rurais, no município de Areia.

Veja o artigo completo: PDF