Resumo Trabalho

A DIFICULDADE NA LEITURA E NA ESCRITA DURANTE O PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO

LUCIANA MARÇAL FERREIRA DE SOUSA, VERÔNICA DA SILVA ROCHA

A dificuldade da leitura e na escrita é um termo que desperta a atenção para a existência da criança que frequenta escola e que apresenta vários tipos de dificuldade embora não apresenta nenhum tipo de defeitos físicos, sensorial, intelectual e emocional. Essas crianças por muito tempo vêm sendo ignorados e mal diagnosticados, nos últimos tempos manifesta o índice de dificuldade na escola, ocorrendo além da dificuldade e outros problemas relacionado à multidisciplinaridade que os discentes enfrentam no processo escolar. O presente trabalho foi desenvolvido através de pesquisa na escola e levantamento bibliográfico, tem como objetivo, refletir sobre as dificuldades na leitura e na escrita apresentadas pelos alunos da escola Municipal São Marcos de Jacobina do Piauí, no processo de letramento, com esta dificuldade da aprendizagem e a necessidade do uso metodológico para a superação destes problemas,Buscar soluções para os problemas que causam dificuldades de aprendizagem, através de metas que possa ajudar no desenvolvimento de habilidades intelectual dos alunos, analisa o papel do educador no enfrentamento das dificuldades dos alunos no processo de construção infantil, identifica como a leitura e as escrita estar presente no cotidiano e entender por que os alunos tem dificuldade de ler e escrever.Os resultados mostram que a avaliação psicológica desses alunos é um ponto de partida que possibilitará a identificação das causas que norteiam a problemática em toda sua extensão. Há uma busca por conceitos no qual o resultado seja da determinação clara de objetivos definidores, dos conceitos de habilidades e atitudes que caracterizam a pessoa alfabetizada, numa perspectiva (psicológica, linguística, e, também, sobretudo, na área social e política) que seja obtida como um resultado da opção pelos paradigmas conceituais (psicológicos, linguísticos e pedagógicos), que trouxeram uma nova concepção dos processos de aprendizagem da língua escrita pela criança. Carece compreender o sujeito como agente que é capaz de construir o seu próprio conhecimento, não sendo passivo diante dos estímulos externos.

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