Resumo Trabalho

ROBERTA BEZERRA BRITE, ELIANE GERK, ANDRÉA CRISTINA THIAGO RUFO JARDIM, ELIANA DA SILVA FONSECA e orientado por ROBERTA BEZERRA BRITE e orientado por ROBERTA BEZERRA BRITE

O objetivo deste trabalho foi apresentar sugestões para o aprimoramento do processo de inclusão escolar de alunos com deficiência em classes comuns. Para isto, levantaram-se as opiniões dos professores sobre adaptação curricular, que estão descritas no presente artigo, assim como, verificou-se as dificuldades e as necessidades de apoio encontradas pelos professores no processo de inclusão e adaptação curricular de alunos com deficiência em classes comuns. A literatura científica recente sustenta a necessidade de se promover ações de políticas públicas voltadas para o aprimoramento constante da prática docente, considerando-se as concepções sobre deficiência que permeiam essas práticas. Foram desenvolvidas as seguintes hipóteses: a percepção dos professores com relação à inclusão de alunos com deficiência em classes comuns colaboraria para diferentes ações educativas; a estruturação de um programa de adaptação curricular individualizado possibilitaria uma reflexão diferenciada acerca das potencialidades do aluno com deficiência em classes comuns. A pesquisa foi desenvolvida em duas etapas. A primeira caracterizou-se como análise descritiva da literatura e a segunda etapa foi empírica, constituindo-se como pesquisa exploratória descritiva. O instrumento foi entrevista semiestruturada e os participantes foram 9 professores de classes comuns de quatro escolas do Município de Duque de Caxias, Estado do Rio de Janeiro. Foram comparadas as opiniões e vivências dos professores entrevistados com aquelas reveladas na pesquisa bibliográfica, no intuito de colaborar para o aperfeiçoamento do processo inclusionista. Houve aspectos que se destacaram em ambas as etapas da pesquisa, como a necessidade de formação continuada dos professores, com foco nas diferentes deficiências com as quais eles irão se defrontar, a questão do profissional de apoio, com formação adequada, e da sala de recursos, além do fato das políticas públicas considerarem o processo inclusionista como algo extremamente simples, minimizando as adaptações necessárias, tanto em nível profissional como material.

Veja o artigo completo: PDF