Resumo Trabalho

AVALIAÇÃO DO PODER ADSORTIVO DA PALMA FORRAGEIRA (OPUNTIA TUNA MILL) SEM CASCA PARA USO NA REMOÇÃO DE GASOLINA COMUM EM CORPOS D'ÁGUA

Autor(es): LENILDE MÉRGIA RIBEIRO LIMA, JOANNY LAYS BANDEIRA CRUZ DA SILVA, LAEDSON ENEAS CAVALCANTE, EDGLEIGA DAISE ALVES FEITOZA DA SILVA e orientado por LÍGIA MARIA RIBEIRO LIMA e orientado por LÍGIA MARIA RIBEIRO LIMA

Compostos orgânicos são liberados constantemente em efluentes como resultado de diversas atividades industriais, o que tornam as águas impróprias para os diferentes usos a que se destinam. Métodos alternativos com a utilização de materiais com fácil acesso e de baixo custo têm sido usados para retirada desse tipo de contaminante. A adsorção é uma técnica muito utilizada para o tratamento de efluentes, por utilizar produtos naturais obtidos de subprodutos da indústria e da agricultura. Sendo assim, o objetivo desse trabalho foi estudar o poder adsortivo da biomassa palma forrageira (Opuntia tuna Mill) sem casca, como adsorvente para a remoção da gasolina em corpos d'água. Na metodologia utilizada para a obtenção da biomassa palma na forma particulada, o material passou por um processo de secagem natural e, em seguida, cominuição à forma de pó. Fez-se o estudo da cinética e do equilíbrio, em que, na cinética de adsorção foram avaliados tempos de 5 a 60 minutos (com intervalo de 5 minutos) e no equilíbrio, concentrações de contaminantes variando de 5 a 50%, com taxa de variação de 5%. Como resultado, pode-se observar que o processo foi rápido, com uma eficiência maior de adsorção no tempo 30 minutos, mantendo-se constante entre 35 e 45 minutos. No equilíbrio de adsorção, o modelo de Langmuir ajustou-se bem aos dados experimentais, com capacidade máxima de adsorção de 5,94 g.g -1. Os resultados confirmam que a palma forrageira sem casca, seca ao natural surge como uma biomassa promissora no processo de adsorção da gasolina.

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