Resumo Trabalho

AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DO ÁCIDO AMINOTRISMETILENOFOSFÔNICO COMO INIBIDOR DE INCRUSTAÇÃO DE CARBONATO DE CÁLCIO NO PROCESSO DE EXTRAÇÃO DE PETRÓLEO

Autor(es): ARTHUR REYS CARVALHO DE OLIVEIRA e orientado por SEBASTIÃO MARDÔNIO PEREIRA DE LUCENA e orientado por SEBASTIÃO MARDÔNIO PEREIRA DE LUCENA

A aplicação de inibidores é a técnica mais difundida para reduzir os danos envolvendo a formação de incrustação durante a extração de petróleo. Devido às complexas interações entre a solução salina e os inibidores, métodos empíricos são utilizados na sua seleção. Os mais usados na indústria do petróleo são: o estático, padronizado na Norma TM0374- 2007 da Associação Nacional de Engenheiros de Corrosão ou NACE (National Association of Corrosion Engineers), e um dinâmico, conhecido por teste do bloqueio do tubo ou TBT (tube blocking test). O NACE não correlaciona com o desempenho real obtido em campo, enquanto o TBT possibilita reproduzir condições de operação mais próximas. Neste estudo, os dois métodos são testados para um anti-incrustante à base de ácidos fosfônicos, o ácido aminotrismetilenofosfônico (conhecido como tris), na determinação da concentração mínima de inibidor (CMI). Avaliamos a capacidade de discriminar o inibidor. Concluímos que os métodos estudados apresentaram resultados semelhantes quanto ao valor da eficiência de inibição do anti-incrustante em estudo, apontando um bom potencial no processo de evitar a formação de incrustações. Dessa forma, o método estático NACE indicou uma concentração mínima de inibidor entre 2 e 3 ppm. No método dinâmico TBT, o valor da concentração mínima de inibidor foi entre 3 e 5 ppm.

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