Resumo Trabalho

ATIVIDADES PARA TRABALHAR O RACIOCÍNIO LÓGICO-MATEMÁTICO NA SALA DE AULA: UMA EXPERIÊNCIA ATRAVÉS DO PIBID

PATRÍCIA NÚBIA FERNANDES ROMÃO, RANIELLE DE SOUZA LOPEZ, SAMARA MARIA SOUZA SILVA, VLADEMIR MAGNO VENTURA CAVALCANTE

Dentre os muitos argumentos que defendem a presença da matemática no currículo da Educação Básica, o desenvolvimento do Raciocínio Lógico é certamente um dos mais usados. Apesar de reconhecemos a importância da matemática para o desenvolvimento intelectual dos alunos, temos nos questionado se o ensino de matemática como é comumente organizado nas escolas favorece esse raciocínio. A nossa experiência como estudantes da graduação e bolsistas de iniciação a docência nos mostra que as aulas de matemática são pautadas pela mera repetição de atividades e o emprego de técnicas, nem sempre justificadas pelo professor. Nesse sentido o objetivo deste artigo é discutir através do relato de experiências no âmbito do PIBID Matemática do Curso de Licenciatura em Matemática do CCHE a importância de trabalhar o raciocínio lógico-matemático na sala de aula através de atividades específicas que podem favorecer essa construção. Como bolsistas do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID), da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) em parceria com a Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), sob supervisão do Prof. Vlademir Magno Ventura Cavalcante desenvolvemos ao longo do último semestre diversas intervenções nas quais as atividades escolhidas tinha como meta o desenvolvimento de atividades que visam favorecer o raciocínio lógico dos alunos. As intervenções se deram em aulas de Matemática de uma turma de 3ºano da Escola Estadual de Ensino Fundamental João de Oliveira Chaves(EEEFJOC), na cidade de Monteiro, cariri paraibano. Neste artigo apresentamos diversas atividades e descrevemos como foi o seu processo de aplicações. As intervenções mostraram que os alunos reagem de maneira positiva quando desafiados, assim eles desenvolvem as atividades propostas por vontade própria e não por obrigação, tornando a aula mais proveitosa.

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