Resumo Trabalho

O ENSINO DE FILOSOFIA NO ENSINO MÉDIO

ROBERTA XAVIER MONTENEGRO BEZERRA, MARIA CLAUDIA COUTINHO HENRIQUE, MYLLA CHRISTTIE MONTENEGRO BEZERRA, JOSÉ CARLOS BARBOSA DA SILVA, VALMIR PEREIRA, KALLIGIANA ARAUJO DE FARIAS

O ensino de Filosofia para jovens na escola de ensino médio, tem uma relevância sob diversos aspectos, podendo ser apontada com a possibilidade de auxiliar o estudante a desenvolver o senso crítico e se perceber enquanto membro da sociedade. A necessidade de integração da disciplina de filosofia no ensino médio chega a ser praticamente imprescindível, o que passa a estimular os jovens. A dificuldade do professor, ao tentar facilitar o desenvolvimento intelectual dos seus estudantes, pode estar relacionada com a forma como esses conhecimentos devem ser introduzidos no ensino, ou seja, como fazer para levar esse conhecimento para sala de aula. No entanto, os professores do nível médio dificilmente incorporam esse tipo de conhecimento em suas práticas. Os resultados suscitam uma série de questões para reflexão, podendo ultrapassar a preocupação com o material didático que foi oferecido, como também a metodologia de ensino oferecida pelo professor. O conhecimento pedagógico do conteúdo, a ser melhor ministrado pelo professor, necessita que ultrapasse o método de ensino tradicional e introduza uma metodologia voltada a arte, música e que possa oferecer vivências além dos muros da escola. O ensino de filosofia deve ter uma produção do pensamento? O professor de filosofia é um filosofo? Questões dessa natureza nos levam a pensar que o ensino da disciplina de filosofia requer pensamento e uma criação de parâmetros filosóficos para o jovem criar a si e ao mundo de forma original e autônoma. É necessário, consequentemente, corroborar primitivamente que todos nós somos filósofos, delimitando as características das linguagens desta filosofia espontânea, peculiar a todo o mundo, isto é, da filosofia que está composta: 1) uma própria linguagem, que é um conjunto de noções e de conceitos determinados e não, simplesmente, de palavras gramaticalmente vazias de conteúdo; 2) um senso comum e no bom senso; 3) na religião popular e, consequentemente, em todo o sistema de crenças, superstições.

Veja o artigo completo: PDF