TRABALHO ESCRAVO CONTEMPORÂNEO NO BRASIL: A PERSISTÊNCIA DA EXPLORAÇÃO E A MODERNIZAÇÃO PERVERSA
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Com base em dados da Comissão Pastoral da Terra (CPT) e estudos acadêmicos, demonstra-se que essa prática ainda é recorrente em setores como pecuária, cultivo de cana-de-açúcar e produção de carvão, concentrando-se em estados como Pará, Minas Gerais, Maranhão e Bahia. O estudo também discute as dinâmicas migratórias que levam trabalhadores de regiões pobres, como o MATOPIBA, a serem explorados em áreas de grande produção agropecuária. Conclui-se que, apesar dos avanços legais, o trabalho escravo persiste como um problema estrutural, exigindo políticas públicas mais eficazes e uma revisão crítica do modelo econômico que o sustenta." 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