Artigo Anais do X ENALIC e o IX Seminário Nacional do PIBID

ANAIS de Evento

ISSN: 2526-3234

POR UMA EDUCAÇÃO QUE NÃO REPRODUZA O PRECONCEITO: FORMAÇÃO DOCENTE E RESPEITO ÀS INFÂNCIAS LGBT+

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Publicado em 02 de fevereiro de 2026

Resumo

A pesquisa aborda a urgência de promover um ambiente escolar que acolha a diversidade de vivências infantis relacionadas à identidade de gênero e orientação sexual. A escola, como espaço formativo, precisa combater práticas discriminatórias e se posicionar eticamente diante da pluralidade das infâncias. A carência de preparo na formação docente para lidar com essas questões favorece a reprodução de violências simbólicas contra crianças LGBT+ no cotidiano escolar. O objetivo é sensibilizar e conscientizar educadores(as) sobre a importância de enfrentar atitudes discriminatórias no ambiente escolar e promover práticas pedagógicas que respeitem diferentes formas de ser e amar. Pretende-se também estimular o uso de materiais didáticos que representem a diversidade de identidades e afetividades. Trata-se de uma pesquisa qualitativa, com base em revisão teórica e análise de produções audiovisuais. O filme Orações para Bobby (2009) é utilizado como disparador de reflexões sobre religião, intolerância e sofrimento psíquico de jovens LGBT+. A fundamentação teórica apoia-se em Judith Butler (1990), Simone de Beauvoir (1949), Michel Foucault (1975), Guacira Lopes Louro (1997) e João Paulo de Lorena Silva (2016), cujo estudo em escolas públicas mostra como práticas docentes podem reforçar exclusões diante da falta de formação crítica. A pesquisa se justifica pela urgência de repensar a formação docente frente às demandas de uma educação mais justa, plural e humanizada. Diante da permanência de discursos normativos que invisibilizam ou discriminam infâncias dissidentes, é essencial construir práticas pedagógicas que promovam acolhimento e proteção. Os resultados apontam que a ausência de formação sobre gênero e sexualidade contribui para a continuidade da LGBTfobia escolar. Em contrapartida, incluir esses temas na formação docente favorece práticas mais inclusivas e sensíveis. A pesquisa reforça o papel da escola na construção de uma cultura de paz e respeito à diversidade.

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