Artigo Anais do X ENALIC e o IX Seminário Nacional do PIBID

ANAIS de Evento

ISSN: 2526-3234

QUANDO A LITERATURA FORMA SUJEITOS: POTÊNCIA CRÍTICA EM O GRÚFALO

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Publicado em 02 de fevereiro de 2026

Resumo

No contexto educacional contemporâneo, observa-se a utilização da Literatura Infantil como instrumento pedagógico no Ensino Fundamental, geralmente, com foco majoritário no ensino de aspectos gramaticais. No entanto, esse uso desconsidera a finalidade essencial da literatura, que é proporcionar prazer e fruição ao leitor. Diante dessa constatação, o presente estudo tem como objetivo examinar as potencialidades da Literatura Infantil nos anos iniciais do Ensino Fundamental, sob o viés da formação humana e das experiências significativas escolares perpassadas pela narrativa literária que prestigiam a criação e a fantasia a partir da análise da obra O Grúfalo. Para atingir esse objetivo, ampara-se na metodologia qualitativa, de caráter exploratório, com base na possibilidade de interpretações, da plurissignificação literária e da inserção da obra O Grúfalo no ambiente escolar. O referencial teórico compreende a literatura como propulsora de desenvolvimento integral, seguindo os ensinamentos de Abramovich (1994), Candido (2011), Lajolo e Zilberman (2007) e Ramos (2010). A obra literária O Grúfalo permite que o ensino e a aprendizagem favoreçam a interação das crianças com o faz de conta, valorizando a criatividade e o desenvolvimento de habilidades artísticas, potencializando o caráter prazeroso e distanciando-se de ser um instrumento único e exclusivamente para o ensino de conteúdos programáticos. Como resultados, destaca-se que a associação da literatura como uma ferramenta didática de aprendizagem não pode ser limitada à leitura e à escrita. É importante que o material literário seja inserido na prática docente pela perspectiva da formação humana, em primeiro plano, transformando o conhecimento das crianças. Nesse sentido, o aprendizado é concebido de forma global, em que os ensinamentos teóricos se tornam uma consequência do acesso ao texto literário, evidenciando como a metodologia em sala de aula pode ser adaptada, formando leitores conscientes, promovendo experiências significativas de leitura que estimulem a construção do senso crítico dos estudantes.

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