Artigo Anais VII ENLIJE

ANAIS de Evento

ISSN: 2317-0670

LITERATURA, INTERCULTURALIDADE E INTERCOMPREENSÃO DE LÍNGUAS ROMÂNICA: CAMINHOS PARA O ENSINO DE LÍNGUAS ESTRANGEIRAS PARA CRIANÇAS

Palavra-chaves: INTERCOMPREENSÃO DE LÍNGUAS ROMÂNICAS, LEITURA LITERÁRIA, LE PARA CRIANÇAS Pôster (PO) GT 10: Literaturas em aulas de Línguas Materna e Estrangeiras: reflexões, perspectivas e propostas
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Publicado em 29 de agosto de 2018

Resumo

A Intercompreensão de Línguas Românicas (IC ou ILR) pode ser entendida como uma metodologia contemporânea que dá suporte ao ensino de línguas estrangeiras (LE) e instiga à reflexão concernente à sensibilização e à formação cidadã, promovendo e ativando o repertório linguístico e estimulando o desenvolvimento da competência plurilíngue dos aprendizes. Com o olhar ancorado nessa perspectiva, sob a nossa ótica, a obra literária dever ser entendida como uma importante e aliada na sensibilização para as línguas e, consequentemente, para o acesso aos elementos culturais de um determinado povo, consequentemente, de uma determinada língua, permitindo, dessa forma, que aconteça o que foi tradicionalmente chamado de diálogo entre culturas, isto é, os estudos ou as pontes interculturais no ensino de LE. Partindo desse ponto, buscamos responder à pergunta que norteia a nossa investigação: quais aspectos podem ser identificados na leitura literária enquanto um espaço que possibilitaria a abordagem da IC na educação infantil? Na busca por essa resposta, desenvolvemos uma pesquisa de cunho qualitativo e documental, uma vez que consideramos a natureza do fenômeno investigado (MOREIRA; CALEFE, 2008), a fim de identificamos de que maneira pode-se entender que tal relação pode ser benéfica no ensino de línguas estrangeiras para crianças Assim, buscamos estudos anteriormente realizados que dão enfoque nessa temática, dentre os quais podemos citar importantes pesquisadores que estimulam e divulgam tal perspectiva de ensino de línguas parentes, tais comoAraújo e Sá, Downing, Melo-Pfeifer; Séré; Vela Delfa (2009). Também encontramos em Capucho (2013), De Carlo, (2009) e Souza e Alas-Martins (2012) argumentos que nos levam a compreender o porquê de se vislumbrar como necessária uma formação plurilíngue desde a infância. Ademais, os estudos feitos por Kail (2015), Vanthier (2009), Gaonac’h (2006) e Lira e Pinheiro-Mariz (2016) dão conta de quão indispensável pode ser uma proposta de leituras literárias na infância, no âmbito do ensino de LE. Tais reflexões dão suporte para se pensar no ensino de LE desde a infância, auxiliando na formação de seres humanos dotados de tolerância e respeito ao outro. Assim, entendemos que essa metodologia enriquece o conhecimento dos seus aprendizes, tornando possível o acesso às línguas estrangeiras e a oportunizando diálogos com o novo conhecimento possibilitado pelos caminhos da literatura e da interculturalidade.

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