Artigo Anais do X ENALIC e o IX Seminário Nacional do PIBID

ANAIS de Evento

ISSN: 2526-3234

UMA REFLEXÃO SOBRE O ACESSO À ÁGUA COMO UM DIREITO OU UM PRIVILÉGIO NO CONTEXTO EDUCACIONAL

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Publicado em 02 de fevereiro de 2026

Resumo

O acesso à água potável é considerado um direito humano fundamental, essencial para assegurar a saúde pública, diminuir a disseminação de doenças e promover a dignidade humana. Contudo, no Brasil, populações de áreas periféricas e rurais frequentemente enfrentam dificuldades no acesso a serviços adequados de abastecimento de água. Reconhecendo a importância da água, os bolsistas de iniciação à docência do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID), núcleo Biologia/Química da Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI), promoveram um estudo sobre as Estações de Tratamento de Água (ETAs) a fim de desenvolver o pensamento crítico sobre o acesso à água tratada. A partir do mapeamento das desigualdades no acesso à água potável no município de Itajubá, os estudantes do 3º ano do Ensino Médio de uma escola pública foram motivados a refletir criticamente sobre as questões socioambientais que envolvem esse recurso essencial à vida. Para tanto, os alunos analisaram dados sobre a distribuição da água tratada e investigaram as implicações socioambientais da falta de acesso adequado a esse serviço. A atividade possibilitou o desenvolvimento de uma postura crítica e consciente frente às problemáticas locais, além de promover o diálogo entre ciência e cidadania. A questão norteadora - “o acesso à água tratada é um direito ou um privilégio?” - conduziu os debates e reflexões, desafiando os estudantes a refletirem criticamente sobre justiça social, políticas públicas e o papel da ciência na resolução de problemas reais. A experiência permitiu aos discentes compreender que, embora o acesso à água potável seja um direito garantido por lei, sua efetivação ainda é desigual, especialmente em contextos de vulnerabilidade social. Dessa forma, a atividade contribuiu não apenas para o aprendizado de conteúdos científicos, mas também para a formação de cidadãos críticos, éticos e engajados com as questões ambientais e sociais do território em que vivem.

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