Artigo Anais do X ENALIC e o IX Seminário Nacional do PIBID

ANAIS de Evento

ISSN: 2526-3234

AS APARÊNCIAS ENGANAM? UMA EXPERIÊNCIA INCLUSIVA E PRÁTICA SOBRE O PARADOXO DE MONTY HALL NO ENSINO DE PROBABILIDADES

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Publicado em 02 de fevereiro de 2026

Resumo

Apesar das limitações significativas no raciocínio e na autonomia que acometem algumas pessoas, essas condições não impedem a aprendizagem, mas demandam estratégias pedagógicas inovadoras e inclusivas. Este estudo teve início com a apresentação do Paradoxo de Monty Hall a estudantes do Ensino Médio da Escola Estadual de Tempo Integral Gilberto Mestrinho, sob supervisão do professor Luiz Claudio, durante visita ao Laboratório de Matemática do Instituto Federal do Amazonas, Campus Manaus Centro (IFAM-CMC). Na sequência, durante a Semana da Inclusão do IFAM, orientado pelo professor Maximiliano Barros, o projeto foi direcionado ao contexto da educação inclusiva voltado a pessoas com deficiência intelectual severa, população pouco pesquisada conforme Caramori e Dall’Acqua (2015). Embora não houvesse estudantes diagnosticados com essa condição no IFAM para participar diretamente do jogo, na disciplina do professor Maximiliano foi possível compreender que esses indivíduos aprendem com maior eficácia por meio de estímulos simples e concretos, como a ação “apertou, abriu”. Com base nesse conhecimento, o projeto empregou a placa de prototipagem eletrônica Arduino integrada à linguagem Python, reduzindo barreiras no entendimento do paradoxo, um problema clássico da estatística. A atividade envolveu a interação por meio de três botões táteis representando portas, a escolha de uma delas e a possibilidade de manter ou trocar a decisão inicial após a revelação de uma porta sem prêmio, evidenciando a dinâmica probabilística do jogo. Os resultados preliminares indicam que o uso de tecnologias digitais despertou interesse e engajamento dos participantes, reforçando o potencial da inclusão educacional mediada pela tecnologia. Destaca-se o valor das plataformas de hardware livre como ferramentas pedagógicas acessíveis, capazes de transformar práticas educativas e democratizar o conhecimento tecnológico. Dessa forma, essa experiência sugere que conceitos estatísticos de alta abstração podem ser ensinados de forma acessível e prazerosa, inclusive para públicos historicamente excluídos da Matemática escolar.

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