Artigo Anais do X ENALIC e o IX Seminário Nacional do PIBID

ANAIS de Evento

ISSN: 2526-3234

ALFABETIZAÇÃO: DIREITO DE TODOS – O PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO COMO CONDIÇÃO SOCIAL E HUMANA NO ENSINO FUNDAMENTAL

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Publicado em 02 de fevereiro de 2026

Resumo

O presente trabalho relata uma experiência desenvolvida com estudantes do 4º período do curso de Pedagogia da Universidade Iguaçu, no âmbito da disciplina Projeto Integrador, integrante da matriz curricular do curso. A proposta surgiu a partir de necessidades identificadas pelos licenciandos durante as práticas supervisionadas, especialmente no que se refere à leitura fluente e à produção escrita. Optou-se, assim, por articular alfabetização e cidadania, entendendo o processo de alfabetizar como direito social e condição para o pleno exercício da vida em sociedade. O referencial teórico ancora-se na legislação vigente (Lei nº 13.257/2016) e na Base Nacional Comum Curricular (BNCC, 2017), considerando a alfabetização como prática prazerosa e significativa, pautada nos princípios da afetividade (Wallon, 2010), da interação social (Vygotsky, 1998) e da ludicidade (Kishimoto, 2006). Para a efetivação da proposta, os 93 licenciandos foram organizados em 14 grupos, responsáveis pela elaboração e execução de planos pedagógicos implementados em 23 escolas parceiras — públicas e privadas — dos municípios de Nova Iguaçu e Mesquita (RJ). Adotou-se a metodologia participante, de caráter qualitativo, integrador e interdisciplinar, justamente por favorecer a coautoria e o protagonismo dos licenciandos e da comunidade escolar. Esse enfoque possibilitou que as ações fossem construídas de forma colaborativa, ajustadas às necessidades reais de cada contexto e voltadas para a transformação social. A utilização de metodologias ativas e do trabalho em equipe permitiu articular teoria e prática, fortalecendo a relação universidade–escola. Os resultados, avaliados por meio de pareceres dos licenciandos e feedback das instituições parceiras, revelaram alto grau de satisfação e engajamento. Alunos relataram entusiasmo com as atividades, e docentes destacaram a relevância da abordagem diferenciada. A experiência consolidou o compromisso com uma prática pedagógica responsável, empática e inclusiva, capaz de valorizar saberes diversos e promover o desenvolvimento integral dos educandos.

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