Artigo Anais do X ENALIC e o IX Seminário Nacional do PIBID

ANAIS de Evento

ISSN: 2526-3234

GÊNERO E ENSINO DE HISTÓRIA: REFLEXÕES SOBRE AS IMPLICAÇÕES DA ABORDAGEM DO TEMA NA EDUCAÇÃO BÁSICA

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Publicado em 02 de fevereiro de 2026

Resumo

Este trabalho tem como objetivo discutir as implicações da abordagem de gênero no ensino de História na Educação Básica, a partir da experiência vivenciada durante a Oficina de Gênero e Raça realizada na EMEIF Monsenhor Linhares, por meio dos bolsistas que fazem parte do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID), vinculado à Universidade Federal do Ceará (UFC) e coordenado pela professora Ana Carla Sabino Fernandes. A oficina foi realizada no contexto do Dia Internacional das Mulheres e teve como ponto de partida a aplicação de um formulário diagnóstico com os estudantes, a fim de identificar seus conhecimentos prévios sobre gênero, raça e sexualidade. A análise das respostas revelou um desconhecimento significativo sobre conceitos básicos como a diferença entre gênero e sexualidade, além da dificuldade de identificação com a própria cor da pele. Esses dados justificam a necessidade de ampliar o debate sobre gênero e raça no ambiente escolar, uma vez que o ensino tradicional de História frequentemente reproduz uma narrativa eurocêntrica e masculina, silenciando a presença de mulheres, pessoas LGBTQIAPN+ e outras identidades de gênero ao longo da história. Parte-se da hipótese de que a ausência de representatividade histórica desses grupos colabora para a falta de pertencimento dos estudantes e limita a compreensão crítica sobre o mundo social. Diante disso, a oficina foi pensada como um espaço de construção coletiva de saberes, utilizando metodologias ativas e exemplos concretos da realidade dos alunos. Entre as atividades, destacam-se debates sobre a Lei Maria da Penha e as diferentes formas de violência de gênero, bem como a apresentação de uma produção visual que demonstrou uma gincana ilustrativa sobre desigualdade salarial, em que meninos recebiam mais recompensas que meninas, mesmo com o mesmo desempenho, estimulando a reflexão sobre desigualdades naturalizadas. Como metodologia, foram utilizados vídeo, debate coletivo, produção textual e imagética, que ajudaram a relacionar o conteúdo discutido com situações cotidianas, despertando nos estudantes uma consciência crítica sobre violências simbólicas e estruturais. Como resultado, percebeu-se que a atividade proporcionou momentos de escuta, identificação e questionamento sobre temas frequentemente negligenciados na prática pedagógica.

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