Artigo Anais do X ENALIC e o IX Seminário Nacional do PIBID

ANAIS de Evento

ISSN: 2526-3234

MULHERES MARAJOARAS: TRAJETÓRIAS DE SER, SABER E PODER

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Publicado em 02 de fevereiro de 2026

Resumo

O trabalho apresenta resultados parciais da pesquisa de iniciação científica “Mulheres na Amazônia Marajoara: Educação, Trabalho, Religião, Família e Muitas Histórias (1940–2023)”, que mapeia histórias e memórias da vida profissional e pessoal de mulheres marajoaras, em vista de dar visibilidade a essas sujeitas, historicamente ocultadas pela história oficial. Aqui, buscamos compreender como as mulheres do município de Breves constroem estratégias para consolidar sua vida acadêmica, enfrentando desafios relacionados ao acesso e à permanência escolar, especialmente no ensino superior. Para tanto adotamos como metodologia a História Oral, com a realização de entrevistas semiestruturadas com mulheres marajoaras de diferentes faixas etárias e níveis de escolarização que se dispuseram em participar da pesquisa. Teoricamente, contamos com escritos de Hooks (2013), Lima (2022) e Freire (1997), em função do diálogo com as categorias de gênero, diversidade cultural, educação emancipatória e educação como prática de liberdade. Nos resultados verifica-se: a limitação da oferta e da opção de cursos superior em instituições públicas em Breves, o que implica em deslocamento para outros municípios e estados. Porém, tal desafio, demanda recursos financeiros que muitas mulheres não dispõem. Diante de tal desafio, observa-se, que nossas interlocutoras, para não interromper sua trajetória escolar, mobilizaram redes de apoio familiar e comunitário, reinventaram rotinas e criaram caminhos para garantir o acesso e a continuidade dos estudos. Nesse percurso, articulando memórias, identidades e projetos de vida, essas mulheres fortaleceram sua autonomia, garantiram seu espaço e consolidaram um movimento de empoderamento feminino, fundamental para serem vistas e respeitadas como sujeitas. Conclui-se que, tais estratégias revelam não apenas a resiliência individual, mas também a potência coletiva dessas mulheres para resistirem às desigualdades estruturais e afirmarem o direito à educação e à vida, em um território colocado à margem dos investimentos financeiros e das políticas públicas.

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