Artigo Anais do X ENALIC e o IX Seminário Nacional do PIBID

ANAIS de Evento

ISSN: 2526-3234

PEDAGOGIA DA PRESENÇA: UMA ANÁLISE REFLEXIVA DE UM CORPO MARGINALIZADO QUE ENSINA E TRANSGRIDE

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Publicado em 02 de fevereiro de 2026

Resumo

Pensar uma pedagogia que faça refletir sobre o corpo marginalizado dentro do contexto educacional e sua dinâmica, é urgente para aqueles que fazem a educação. Nossos bancos escolares, cada dia mais, tem sido diversos e plurais. Por isso, nós que fazemos a educação acontecer, não podemos deixar de debater como a escola tem acolhido e abrigado as diferenças no contexto educacional. Cientes que debate é desafiador, mas necessário, propomos uma reflexão sobre a presença dos corpos, sua existência dentro do ensino e das práticas de aprendizagem, e, sobretudo, como esse sistema pensa o nosso corpo e as realidades diversas que produzem conhecimento, negando a presença de um corpo marginalizado. Para tanto, discutiremos essa temática a luz de debates de autores como: Nascimento (2021); Ribeiro (2019); AKOTIRENE (2019), entre outros, nos possibilitará ampliar nossos diálogos acerca dessas inquietações e colocações sobre o tema. Assim, partimos de uma análise reflexiva e autobiográfica de como vejo essas inquietações, com base no meu processo formativo e na minha inserção em sala de aula. A docência é esse mar imensurável de inquietações do fazer e do pensar pedagógicos e, mais do que isso, da minha constituição enquanto professora, que não pode existir mutuamente separada das minhas identidades. A escola não permite que o sujeito exista na sala de aula com suas identidades. Desse modo, entendemos que trazer para os debates esse sistema educacional falho, que não dá conta de reparar o trituramento de nossas vivências e identidades, é dar visibilidade aos sujeitos que historicamente são marginalizados, por esta mesma sociedade, que forma e educa a muitos, por meio da escola. A escola nos padroniza e nos aprisiona em uma realidade paralela de uma existência criada pelo outro e acaba sendo uma retratação simbólica de outro sujeito que nada diz sobre as particularidades e singularidades de cada pessoa.

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