Artigo Anais do VII Seminário Internacional Desfazendo Gênero

ANAIS de Evento

ISSN: 2447-2190

A CARNAVALIZAÇÃO DO GÊNERO NA NARRATIVA AMEFRICANA DE AUTORIA FEMININA

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Publicado em 03 de fevereiro de 2026

Resumo

Na presente abordagem, pretendo destacar nos romances amefricanos Reyita sencillamente: testimonio de una negra cubana nonagenaria (1997), da escritora afro-cubana Daisy Rubiera Castillo, e Um defeito de cor (2006), da escritora afro-brasileira Ana Maria Gonçalves, sujeites negres cujos corpos, tal e qual Exu, “carnavalizam” o gênero (Jiménez, 2025) e me instigam a “pensar o corpo desde a matriz africana”, como defende Eduardo Oliveira (2021, p. 122). São corporalidades que desnorteiam a categoria de gênero criada pela “bio-lógica” ocidental (Oy?wùmí, 2021), e, assim como o subversivo orixá, embaralham oposições ou binarismos (Martins, 1995) que aprisionam o ser. Por isso, Exu se propõe nessa discussão como um “conceito estratégico” (Freitas, 2016, p. 56) para pensar sujeites múltiples que povoam a aqui denominada narrativa amefricana de autoria feminina, expressão que retoma o termo atribuído por Lélia Gonzalez (1988) ao território onde ambas as obras são produzidas.

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