Artigo Anais III SINPROVS

ANAIS de Evento

ISSN: 978-85-7946-272-6

ÁGUA SALINA E ÉPOCA DE CULTIVO INTERFEREM NA FLUORESCÊNCIA DA CLOROFILA ‘A’ EM FOLHAS DE MELANCIEIRAS

Palavra-chaves: ESTRESSES ABIÓTICOS, DOSES DE POTÁSSIO, CITRULLUS LANATUS, COBERTURA DO SOLO Pôster (PO) AT 01. Manejo de água e solo
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Publicado em 07 de maio de 2018

Resumo

A maior limitação para a agricultura, na maior parte do Nordeste brasileiro, está relacionada a baixa disponibilidade de água em quantidade e qualidade. Dessa forma o trabalho foi desenvolvido com o objetivo de avaliar a salinidade da água, a prática da cobertura morta do solo e a aplicação de potássio, em cultivo de primavera e verão, sobre a fluorescência da clorofila ‘a’ em folhas de plantas de melancia cv. Crimson Sweet. Os tratamentos foram organizados em parcela subdividida, sendo a parcela principal constituída pela condutividade elétrica da água de irrigação (0,3 e 3,0 dS m-1), e as subparcelas nas combinações entre níveis de cobertura do solo (sem e com) e doses de potássio (0, 40, 80 e 120 kg ha-1 de K2O), obedecendo o respectivo esquema 2 x 2 x 4. Foi utilizado o delineamento de blocos casualizados. As avaliações foram determinadas no início da frutificação e mensuradas com fluorômetro portátil modelo OS-30p da Opti-Sciences®. Os dados foram submetidos as análises de variância. As condições ambientais na primavera foram mais estressantes às plantas, evidenciadas pela menor eficiência quântica do fotossistema II, maior fluorescência inicial e máxima da clorofila a. A aplicação de potássio e a cobertura morta não alteraram a cinética quântica da fluorescência, enquanto a irrigação com água salina reduziu apenas a fluorescência variável da clorofila a na época do verão.

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