Artigo Anais do X ENALIC e o IX Seminário Nacional do PIBID

ANAIS de Evento

ISSN: 2526-3234

ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM AFROPERSPECTIVA: O MAPEAR DE PRÁTICAS TEATRAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL

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Publicado em 02 de fevereiro de 2026

Resumo

Este texto reúne as reflexões de uma pesquisa que visa pensar na formação de docentes de Teatro que sejam capazes de multiplicar práticas e ideias afrorreferenciadas em suas práticas com as crianças. Para tal, o componente curricular de Estágio Supervisionado I do Curso de Licenciatura em Teatro da Universidade Federal do Amapá tem abordado o ensino de teatro na Educação Infantil em Afroperspectiva (Nogueira, 2019). A pesquisa relata na primeira parte as metodologias e os estudos teóricos realizados dentro da universidade que estão pautados na compreensão da formação estética de docentes. Coutinho (2003) fala que identificar a presença da arte em nossa vida faz com que percebamos com mais clareza e profundidade nossas referências culturais. O componente curricular se ancorou, posteriormente, nas chamadas “Ilhas de investigação”, um modo imagético de pensar nos estudos teóricos que reúne materialidades, perguntas norteadoras e jogos lúdicos. A discussão da pesquisa traz seu enfoque, no entanto, para a ilha dos Palmares, onde foram discutidas o papel do (a) professor (a) diante da educação étnico-racial, modos para afrorreferenciar o currículo de Arte e a cosmovisão africana sobre as crianças. A partir do segundo momento do componente curricular em que os discentes vão para as escolas realizar suas práticas de observação e intervenção, registra-se a existência constante de vivências teatrais com as crianças que reverberaram a partir da visão em Afroperspectiva estudada em sala de aula: jogos recriados a partir dos versos do Marabaixo, uma manifestação cultural afro-amapaense; práticas criadas a partir de narrativas sobre a mitologia africana; vivências estéticas com a linguagem da palhaçaria que retratavam a cultura de Benin, na África. Em Afroperspectiva o tempo permanece em aberto, logo, o esforço da pesquisa tem sido mapear as possibilidades, mas deixando-as livres para serem ressignificadas, reconstruídas e revividas pelos estudantes.

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