Artigo Anais do X ENALIC e o IX Seminário Nacional do PIBID

ANAIS de Evento

ISSN: 2526-3234

ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM ENSINO DE CIÊNCIAS: DESAFIOS, REFLEXÕES E A CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE DOCENTE

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Publicado em 02 de fevereiro de 2026

Resumo

Este relato de experiência apresenta reflexões sobre o Estágio Curricular Supervisionado I, em Ensino de Ciências da Natureza, vivenciado no primeiro semestre de 2025, em uma turma de 9º ano do Ensino Fundamental II (anos finais) de uma escola pública, no município de Itabuna-BA. O trabalho objetiva compartilhar as aprendizagens e transformações pessoais durante o processo formativo, marcado por desafios iniciais na obtenção e gestão do campo de estágio. Metodologicamente, trata-se de um relato qualitativo, descritivo e reflexivo, totalizando 32 horas divididas entre as etapas de observação, coparticipação e regência, com planejamento das aulas desenvolvido em encontros semanais. A análise da infraestrutura escolar revelou limitações significativas, como falta de laboratórios e desafios na acessibilidade arquitetônica e curricular, que impactam diretamente a qualidade do ensino. A etapa de observação, permitiu a análise sobre a prática pedagógica do Professor Supervisor (PS) e as estratégias didático-pedagógicas utilizadas por ele. Nesta fase, o Diário de Bordo teve papel importante para o registro e reflexões da realidade observada. A fase de coparticipação, possibilitou a realização de tarefas simples como a realização da chamada e correção de atividades. Na etapa da regência, a autonomia na elaboração e aplicação de aulas permitiu a diversificação de estratégias didáticas, como exposições dialogadas, demonstrações experimentais com materiais acessíveis e o emprego de um jogo didático como avaliação. Essas estratégias, alinhadas a um planejamento contextualizado, pautado na realidade e aprendizagens dos estudantes, promoveram maior engajamento e participação da turma, desafiando o rótulo de “desinteressada”. A experiência reforçou a compreensão de que a docência vai além do domínio de conteúdo, exigindo a capacidade de criar vínculos, provocar reflexões e possibilitar aprendizagens com sentido, consolidando um olhar mais empático, crítico, inclusivo e esperançoso para a educação pública.

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