Artigo Anais do X ENALIC e o IX Seminário Nacional do PIBID

ANAIS de Evento

ISSN: 2526-3234

O PAPEL DO PROFESSOR DE LETRAS NA ADAPTAÇÃO DE PRÁTICAS INTERDISCIPLINARES PARA ALUNOS COM TEA NO CONTEXTO DO PIBID

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Publicado em 02 de fevereiro de 2026

Resumo

Este artigo propõe uma reflexão sobre a atuação do professor de Letras em práticas pedagógicas interdisciplinares e inclusivas, com foco na adaptação de atividades voltadas a alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA), a partir de uma experiência vivenciada no âmbito do Programa de Iniciação à Docência (PIBID) no Instituto Federal do Amapá (IFAP). A proposta articulou conhecimentos de Física, Línguas, Linguagem e Informática, permitindo ao professor de Letras ocupar uma posição estratégica na mediação de sentidos e na promoção da acessibilidade textual. Para fundamentar a discussão, recorre-se a Mantoan (2003), que defende a inclusão como um princípio ético-pedagógico e destaca a necessidade de romper com práticas excludentes, especialmente no campo das deficiências invisíveis, como o TEA. Marcuschi (2008) contribui com a noção de gêneros textuais como instrumentos de interação social, reforçando o papel da narrativa como mediadora entre a linguagem cotidiana e o discurso científico. Trata-se de uma pesquisa exploratória (GIL, 2008) com abordagem qualitativa, com caráter descritivo (YIN, 2010). O relato de experiência consiste em descrever como a atividade, a que utiliza o método POE (Predizer, Observar, Explicar) e o simulador PhET, apresentada pela professora de Física, foi adaptada pela supervisora e por oito bolsistas do programa, sendo um de Licenciatura em Física, três de Licenciatura em informática e quatro de Licenciatura em Letras e, em seguida, como foi a aplicação interdisciplinar. No contexto da atividade aplicada, percebeu-se que a compreensão dos conceitos físicos por parte dos alunos com TEA dependia não apenas da visualização proposta pelo simulador, mas também da forma como as instruções e o conteúdo foram apresentados. O uso da crônica como disparador da atividade não teve a função de enfeitar a aula, mas de contextualizar o fenômeno físico a partir de uma situação cotidiana e bem-humorada, gerando aproximação com a realidade dos alunos.

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