Artigo Anais do X ENALIC e o IX Seminário Nacional do PIBID

ANAIS de Evento

ISSN: 2526-3234

A PRÁTICA DOCENTE E O ENSINO DE LITERATURA SOB A PERSPECTIVA FEMININA: REFLEXÕES A PARTIR DO PIBID

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Publicado em 02 de fevereiro de 2026

Resumo

Este ensaio tem como objetivo discutir a importância do ensino da literatura brasileira a partir da perspectiva feminina, considerando os impactos dessa abordagem na formação crítica e sensível de estudantes do Ensino Médio. Parte-se da compreensão de que o cânone literário, historicamente marcado por vozes masculinas, invisibiliza ou marginaliza a produção de autoras brasileiras, o que reforça desigualdades de gênero e limita possibilidades de identificação e reconhecimento por parte dos(as) alunos(as). A proposta dialoga com pressupostos do letramento literário (Paulino; Cosson, 2009), da pedagogia crítica feminista (Hooks, 1994), voltada à ruptura de estruturas opressoras, dos estudos feministas voltados ao resgate e valorização de autoras (Duarte, 2002) e da educação literária como prática emancipatória (Petry, 2019), ao defender a inserção consciente de obras escritas por mulheres e sobre o universo feminino no currículo escolar. Também são discutidas estratégias pedagógicas que valorizem a pluralidade de experiências e rompam com estereótipos normativos, a partir de autoras como Conceição Evaristo, Carolina Maria de Jesus, Lygia Fagundes Telles, Hilda Hilst, Júlia Lopes de Almeida e outras. O ensaio ainda reflete sobre o papel docente na mediação dessas vozes e a urgência de uma prática pedagógica comprometida com a equidade, a representatividade e a construção de uma leitura mais diversa da literatura brasileira. A discussão parte de experiências vivenciadas durante o módulo de regência do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (Pibid), nas quais foi possível observar a ausência de autoras femininas nos conteúdos literários trabalhados em sala de aula. Ao mesmo tempo, destacou-se o interesse dos(as) estudantes em conhecer essas escritoras, o que evidencia a necessidade de incluí-las no ensino por uma questão de identificação, pertencimento e valorização da diversidade de vozes na literatura.

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