Artigo Anais do X ENALIC e o IX Seminário Nacional do PIBID

ANAIS de Evento

ISSN: 2526-3234

ENSINO DE GEOMETRIA COM MATERIAIS CONCRETOS PARA ALUNOS INCLUSIVOS: UMA EXPERIÊNCIA COM TEA E SÍNDROME DE DOWN

Palavra-chaves: , , , , Relato de Experiência (RE) ET 04: Educação, diversidade, interculturalidade
"2026-02-02 10:50:20" // app/Providers/../Base/Publico/Artigo/resources/show_includes/info_artigo.blade.php
App\Base\Administrativo\Model\Artigo {#1845 // app/Providers/../Base/Publico/Artigo/resources/show_includes/info_artigo.blade.php
  #connection: "mysql"
  +table: "artigo"
  #primaryKey: "id"
  #keyType: "int"
  +incrementing: true
  #with: []
  #withCount: []
  +preventsLazyLoading: false
  #perPage: 15
  +exists: true
  +wasRecentlyCreated: false
  #escapeWhenCastingToString: false
  #attributes: array:35 [
    "id" => 140069
    "edicao_id" => 442
    "trabalho_id" => 1309
    "inscrito_id" => 4096
    "titulo" => "ENSINO DE GEOMETRIA COM MATERIAIS CONCRETOS PARA ALUNOS INCLUSIVOS: UMA EXPERIÊNCIA COM TEA E SÍNDROME DE DOWN"
    "resumo" => "Este trabalho apresenta uma experiência pedagógica de ensino de geometria em uma turma do sexto ano de uma escola municipal em Seropédica, RJ, em um contexto inclusivo com um aluno com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e uma aluna com Síndrome de Down. O objetivo foi tornar os conceitos geométricos mais acessíveis e significativos por meio de materiais concretos, respeitando necessidades individuais e ritmos de aprendizagem. As atividades incentivaram a interação e a construção ativa do conhecimento, com três propostas principais: construção de figuras planas usando conectores e vértices, exploração de sólidos geométricos de acrílico desmontáveis para trabalhar a planificação e uso do geoplano para compreender área e perímetro de polígonos. Os resultados mostraram que os materiais concretos foram essenciais para uma aprendizagem significativa, despertando interesse e curiosidade. A aluna com Síndrome de Down destacou-se nas atividades de encaixe e manipulação, desenvolvendo coordenação motora fina e percepção visual. O aluno com TEA avançou na associação entre formas planas e tridimensionais, compreendendo melhor a relação entre sólidos e suas planificações. No geoplano, ambos conseguiram diferenciar área e perímetro, ainda que com alguma dificuldade, mas com mais autonomia. Esses resultados reforçam a importância de recursos concretos no ensino da matemática, conforme Vygotsky (1998), que valoriza a mediação no desenvolvimento cognitivo. Dialogam também com Fleira e Fernandes (2019), ao apontarem a matemática como ferramenta de inclusão, desde que as práticas respeitem necessidades e interesses dos alunos. Além disso, vão ao encontro de Yokoyama (2012), que defende o uso de estratégias multissensoriais e materiais concretos no ensino de alunos com Síndrome de Down, favorecendo uma compreensão conceitual além da simples memorização. Assim, a geometria se apresenta não apenas como conteúdo escolar, mas como oportunidade real de descoberta e inclusão."
    "modalidade" => "Relato de Experiência (RE)"
    "area_tematica" => "ET 04: Educação, diversidade, interculturalidade"
    "palavra_chave" => ", , , , "
    "idioma" => "Português"
    "arquivo" => "TRABALHO_COMPLETO_EV224_ID4096_TB1309_20102025001325.pdf"
    "created_at" => "2026-02-04 10:44:06"
    "updated_at" => null
    "ativo" => 1
    "autor_nome" => "PEDRO HENRIQUE DE SOUSA SILVA"
    "autor_nome_curto" => "PEDRO"
    "autor_email" => "pedrohenriqueufrrj@ufrrj.br"
    "autor_ies" => "UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO (UFRRJ)"
    "autor_imagem" => ""
    "edicao_url" => "anais-do-x-enalic-e-o-ix-seminario-nacional-do-pibid"
    "edicao_nome" => "Anais do X ENALIC e o IX Seminário Nacional do PIBID"
    "edicao_evento" => "X Encontro Nacional das Licenciaturas e IX Seminário Nacional do PIBID"
    "edicao_ano" => 2026
    "edicao_pasta" => "anais/enalic/2025"
    "edicao_logo" => null
    "edicao_capa" => "6980bad93ce2d_02022026115521.png"
    "data_publicacao" => null
    "edicao_publicada_em" => "2026-02-02 10:50:20"
    "publicacao_id" => 57
    "publicacao_nome" => "Revista ENALIC"
    "publicacao_codigo" => "2526-3234"
    "tipo_codigo_id" => 1
    "tipo_codigo_nome" => "ISSN"
    "tipo_publicacao_id" => 1
    "tipo_publicacao_nome" => "ANAIS de Evento"
  ]
  #original: array:35 [
    "id" => 140069
    "edicao_id" => 442
    "trabalho_id" => 1309
    "inscrito_id" => 4096
    "titulo" => "ENSINO DE GEOMETRIA COM MATERIAIS CONCRETOS PARA ALUNOS INCLUSIVOS: UMA EXPERIÊNCIA COM TEA E SÍNDROME DE DOWN"
    "resumo" => "Este trabalho apresenta uma experiência pedagógica de ensino de geometria em uma turma do sexto ano de uma escola municipal em Seropédica, RJ, em um contexto inclusivo com um aluno com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e uma aluna com Síndrome de Down. O objetivo foi tornar os conceitos geométricos mais acessíveis e significativos por meio de materiais concretos, respeitando necessidades individuais e ritmos de aprendizagem. As atividades incentivaram a interação e a construção ativa do conhecimento, com três propostas principais: construção de figuras planas usando conectores e vértices, exploração de sólidos geométricos de acrílico desmontáveis para trabalhar a planificação e uso do geoplano para compreender área e perímetro de polígonos. Os resultados mostraram que os materiais concretos foram essenciais para uma aprendizagem significativa, despertando interesse e curiosidade. A aluna com Síndrome de Down destacou-se nas atividades de encaixe e manipulação, desenvolvendo coordenação motora fina e percepção visual. O aluno com TEA avançou na associação entre formas planas e tridimensionais, compreendendo melhor a relação entre sólidos e suas planificações. No geoplano, ambos conseguiram diferenciar área e perímetro, ainda que com alguma dificuldade, mas com mais autonomia. Esses resultados reforçam a importância de recursos concretos no ensino da matemática, conforme Vygotsky (1998), que valoriza a mediação no desenvolvimento cognitivo. Dialogam também com Fleira e Fernandes (2019), ao apontarem a matemática como ferramenta de inclusão, desde que as práticas respeitem necessidades e interesses dos alunos. Além disso, vão ao encontro de Yokoyama (2012), que defende o uso de estratégias multissensoriais e materiais concretos no ensino de alunos com Síndrome de Down, favorecendo uma compreensão conceitual além da simples memorização. Assim, a geometria se apresenta não apenas como conteúdo escolar, mas como oportunidade real de descoberta e inclusão."
    "modalidade" => "Relato de Experiência (RE)"
    "area_tematica" => "ET 04: Educação, diversidade, interculturalidade"
    "palavra_chave" => ", , , , "
    "idioma" => "Português"
    "arquivo" => "TRABALHO_COMPLETO_EV224_ID4096_TB1309_20102025001325.pdf"
    "created_at" => "2026-02-04 10:44:06"
    "updated_at" => null
    "ativo" => 1
    "autor_nome" => "PEDRO HENRIQUE DE SOUSA SILVA"
    "autor_nome_curto" => "PEDRO"
    "autor_email" => "pedrohenriqueufrrj@ufrrj.br"
    "autor_ies" => "UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO (UFRRJ)"
    "autor_imagem" => ""
    "edicao_url" => "anais-do-x-enalic-e-o-ix-seminario-nacional-do-pibid"
    "edicao_nome" => "Anais do X ENALIC e o IX Seminário Nacional do PIBID"
    "edicao_evento" => "X Encontro Nacional das Licenciaturas e IX Seminário Nacional do PIBID"
    "edicao_ano" => 2026
    "edicao_pasta" => "anais/enalic/2025"
    "edicao_logo" => null
    "edicao_capa" => "6980bad93ce2d_02022026115521.png"
    "data_publicacao" => null
    "edicao_publicada_em" => "2026-02-02 10:50:20"
    "publicacao_id" => 57
    "publicacao_nome" => "Revista ENALIC"
    "publicacao_codigo" => "2526-3234"
    "tipo_codigo_id" => 1
    "tipo_codigo_nome" => "ISSN"
    "tipo_publicacao_id" => 1
    "tipo_publicacao_nome" => "ANAIS de Evento"
  ]
  #changes: []
  #casts: array:14 [
    "id" => "integer"
    "edicao_id" => "integer"
    "trabalho_id" => "integer"
    "inscrito_id" => "integer"
    "titulo" => "string"
    "resumo" => "string"
    "modalidade" => "string"
    "area_tematica" => "string"
    "palavra_chave" => "string"
    "idioma" => "string"
    "arquivo" => "string"
    "created_at" => "datetime"
    "updated_at" => "datetime"
    "ativo" => "boolean"
  ]
  #classCastCache: []
  #attributeCastCache: []
  #dates: []
  #dateFormat: null
  #appends: []
  #dispatchesEvents: []
  #observables: []
  #relations: []
  #touches: []
  +timestamps: false
  #hidden: []
  #visible: []
  +fillable: array:13 [
    0 => "edicao_id"
    1 => "trabalho_id"
    2 => "inscrito_id"
    3 => "titulo"
    4 => "resumo"
    5 => "modalidade"
    6 => "area_tematica"
    7 => "palavra_chave"
    8 => "idioma"
    9 => "arquivo"
    10 => "created_at"
    11 => "updated_at"
    12 => "ativo"
  ]
  #guarded: array:1 [
    0 => "*"
  ]
}
Publicado em 02 de fevereiro de 2026

Resumo

Este trabalho apresenta uma experiência pedagógica de ensino de geometria em uma turma do sexto ano de uma escola municipal em Seropédica, RJ, em um contexto inclusivo com um aluno com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e uma aluna com Síndrome de Down. O objetivo foi tornar os conceitos geométricos mais acessíveis e significativos por meio de materiais concretos, respeitando necessidades individuais e ritmos de aprendizagem. As atividades incentivaram a interação e a construção ativa do conhecimento, com três propostas principais: construção de figuras planas usando conectores e vértices, exploração de sólidos geométricos de acrílico desmontáveis para trabalhar a planificação e uso do geoplano para compreender área e perímetro de polígonos. Os resultados mostraram que os materiais concretos foram essenciais para uma aprendizagem significativa, despertando interesse e curiosidade. A aluna com Síndrome de Down destacou-se nas atividades de encaixe e manipulação, desenvolvendo coordenação motora fina e percepção visual. O aluno com TEA avançou na associação entre formas planas e tridimensionais, compreendendo melhor a relação entre sólidos e suas planificações. No geoplano, ambos conseguiram diferenciar área e perímetro, ainda que com alguma dificuldade, mas com mais autonomia. Esses resultados reforçam a importância de recursos concretos no ensino da matemática, conforme Vygotsky (1998), que valoriza a mediação no desenvolvimento cognitivo. Dialogam também com Fleira e Fernandes (2019), ao apontarem a matemática como ferramenta de inclusão, desde que as práticas respeitem necessidades e interesses dos alunos. Além disso, vão ao encontro de Yokoyama (2012), que defende o uso de estratégias multissensoriais e materiais concretos no ensino de alunos com Síndrome de Down, favorecendo uma compreensão conceitual além da simples memorização. Assim, a geometria se apresenta não apenas como conteúdo escolar, mas como oportunidade real de descoberta e inclusão.

Compartilhe:

Visualização do Artigo


Deixe um comentário

Precisamos validar o formulário.