Artigo Anais do X ENALIC e o IX Seminário Nacional do PIBID

ANAIS de Evento

ISSN: 2526-3234

RESIGNIFICANDO O ‘FAZER ARTÍSTICO’ ATRAVÉS DE OFICINAS DE ISOGRAVURA E CERÂMICA FRIA

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Publicado em 02 de fevereiro de 2026

Resumo

Este relato analisa regência de duas oficinas de Artes Visuais desenvolvidas no âmbito do PIBID em Belas Artes, da UFRRJ. As atividades foram realizadas com alunos da Educação de Jovens e Adultos no CEJA Rosa Soares, em Mesquita/RJ. O trabalho parte da premissa que a Arte, especialmente entre este público, é frequentemente percebida como habilidade inata e elitista, mas, pode ser ressignificada por meio de práticas conectadas mais com o cotidiano dos alunos. As oficinas “Carimbando ideias em tecido” e “Moldando histórias com as mãos” foram pensadas como espaço de troca e criação. Optamos por uma metodologia que busca ligar teoria e prática de forma acessível, apresentando o contexto da arte e oferecer oportunidade de criar com materiais simples, como isopor, massa de cerâmica fria e outros utilizados, foi possível desmistificar o processo artístico. Visamos demonstrar que o foco do Ensino de Arte não é a perfeição técnica, mas sim, a expressão e aprendizado da criação. Os resultados mais significativos indicaram crescimento no interesse e engajamento dos alunos. Inicialmente, pudemos observar uma insegurança perceptível, mostrada por falas como "não tenho habilidade para isso". Contudo, ao longo das atividades, foi possível notar a participação dos estudantes aumentando progressivamente a visão emancipadora pela Arte. Um dos pontos cruciais na abordagem foi a adaptação da linguagem, evitando termos técnicos complexos. Essa abordagem facilitou a compreensão e identificação do conteúdo, além de que, eliminou o constrangimento daqueles que se sentiam excluídos por não possuírem um repertório formal. A experiência reforçou valores da prática docente adaptando e respeitando o universo do aluno, destacando a Arte como ferramenta de conexão e transformação. Esta vivência permitiu compreender que, o fazer artístico possui potencial para impactar a autoestima e a autopercepção dos estudantes, expondo que, criatividade pode germinar e frutificar um ambiente que acolhe e liberta de preconceitos.

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