Artigo Anais do X ENALIC e o IX Seminário Nacional do PIBID

ANAIS de Evento

ISSN: 2526-3234

POR UMA EDUCAÇÃO POLÍTICA E EMANCIPADORA EM TEMPOS SOMBRIOS

Palavra-chaves: , , , , Comunicação Oral (CO) ET 06: Cidadania, Direitos Humanos e Inclusão Social
"2026-02-02 10:50:20" // app/Providers/../Base/Publico/Artigo/resources/show_includes/info_artigo.blade.php
App\Base\Administrativo\Model\Artigo {#1845 // app/Providers/../Base/Publico/Artigo/resources/show_includes/info_artigo.blade.php
  #connection: "mysql"
  +table: "artigo"
  #primaryKey: "id"
  #keyType: "int"
  +incrementing: true
  #with: []
  #withCount: []
  +preventsLazyLoading: false
  #perPage: 15
  +exists: true
  +wasRecentlyCreated: false
  #escapeWhenCastingToString: false
  #attributes: array:35 [
    "id" => 140491
    "edicao_id" => 442
    "trabalho_id" => 1855
    "inscrito_id" => 289
    "titulo" => "POR UMA EDUCAÇÃO POLÍTICA E EMANCIPADORA EM TEMPOS SOMBRIOS"
    "resumo" => "É possível educar num mundo em que o legado tem sido a barbárie? Envoltos pela sombra contínua de um tempo fascista, sob a qual já nos alertava Adorno (1995) que é premissa primeira para a educação que Auschwitz não se repita, apresentamos a análise de uma educação emancipadora considerando a necessidade de uma educação política. Para Hannah Arendt (2011) a crise na educação é uma crise política e, é na política, como condição humana, que se manifesta nossa liberdade para agir e transformar o mundo. Dado o contexto, é na esfera pública que se efetiva a vida política e, a falta dessa ou sua supressão representam a impossibilidade do exercício da liberdade, razão de ser da política. Por isso, considerando a responsabilidade dos educadores num mundo pós-Auschwitz, formar para a emancipação é resistir contra a barbárie na perspectiva da constituição de um mundo comum. Nesse sentido, é uma educação que deve extrapolar os muros da escola na sua dimensão formativa, comportando uma educação social para uma vida democrática. Portanto, uma educação contra a violência, a meritocracia, o preconceito, na proposição de uma verdadeira inclusão e que subverta a lógica neoliberal de uma sociedade administrada e danificada. Diante de tais parâmetros, a educação, como processo formativo, é condição de humanização, promovendo a emancipação e a autonomia dos sujeitos diante da opressão a que se pretende submeter a esfera pública e os existentes, constituindo, na contramão, um mundo democrático. Pensar tais condições implica um olhar para a escola pública como potencial lócus de resistências, e a formação de professores para além da lógica mercadológica que se apresenta. A partir de uma análise em fontes bibliográficas, apresentamos como principais referenciais para nossos estudos Adorno (1995), Adorno e Horkheimer (1985), Hannah Arendt (2011) e Jacques Rancière (2013)."
    "modalidade" => "Comunicação Oral (CO)"
    "area_tematica" => "ET 06: Cidadania, Direitos Humanos e Inclusão Social"
    "palavra_chave" => ", , , , "
    "idioma" => "Português"
    "arquivo" => "TRABALHO__EV224_ID289_TB1855_11082025103111.pdf"
    "created_at" => "2026-02-04 10:44:06"
    "updated_at" => null
    "ativo" => 1
    "autor_nome" => "JOÃO VICENTE HADICH FERREIRA"
    "autor_nome_curto" => "JOÃO VICENTE"
    "autor_email" => "joaohadich@uenp.edu.br"
    "autor_ies" => "UNIVERSIDADE ESTADUAL DO NORTE DO PARANÁ (UENP)"
    "autor_imagem" => ""
    "edicao_url" => "anais-do-x-enalic-e-o-ix-seminario-nacional-do-pibid"
    "edicao_nome" => "Anais do X ENALIC e o IX Seminário Nacional do PIBID"
    "edicao_evento" => "X Encontro Nacional das Licenciaturas e IX Seminário Nacional do PIBID"
    "edicao_ano" => 2026
    "edicao_pasta" => "anais/enalic/2025"
    "edicao_logo" => null
    "edicao_capa" => "6980bad93ce2d_02022026115521.png"
    "data_publicacao" => null
    "edicao_publicada_em" => "2026-02-02 10:50:20"
    "publicacao_id" => 57
    "publicacao_nome" => "Revista ENALIC"
    "publicacao_codigo" => "2526-3234"
    "tipo_codigo_id" => 1
    "tipo_codigo_nome" => "ISSN"
    "tipo_publicacao_id" => 1
    "tipo_publicacao_nome" => "ANAIS de Evento"
  ]
  #original: array:35 [
    "id" => 140491
    "edicao_id" => 442
    "trabalho_id" => 1855
    "inscrito_id" => 289
    "titulo" => "POR UMA EDUCAÇÃO POLÍTICA E EMANCIPADORA EM TEMPOS SOMBRIOS"
    "resumo" => "É possível educar num mundo em que o legado tem sido a barbárie? Envoltos pela sombra contínua de um tempo fascista, sob a qual já nos alertava Adorno (1995) que é premissa primeira para a educação que Auschwitz não se repita, apresentamos a análise de uma educação emancipadora considerando a necessidade de uma educação política. Para Hannah Arendt (2011) a crise na educação é uma crise política e, é na política, como condição humana, que se manifesta nossa liberdade para agir e transformar o mundo. Dado o contexto, é na esfera pública que se efetiva a vida política e, a falta dessa ou sua supressão representam a impossibilidade do exercício da liberdade, razão de ser da política. Por isso, considerando a responsabilidade dos educadores num mundo pós-Auschwitz, formar para a emancipação é resistir contra a barbárie na perspectiva da constituição de um mundo comum. Nesse sentido, é uma educação que deve extrapolar os muros da escola na sua dimensão formativa, comportando uma educação social para uma vida democrática. Portanto, uma educação contra a violência, a meritocracia, o preconceito, na proposição de uma verdadeira inclusão e que subverta a lógica neoliberal de uma sociedade administrada e danificada. Diante de tais parâmetros, a educação, como processo formativo, é condição de humanização, promovendo a emancipação e a autonomia dos sujeitos diante da opressão a que se pretende submeter a esfera pública e os existentes, constituindo, na contramão, um mundo democrático. Pensar tais condições implica um olhar para a escola pública como potencial lócus de resistências, e a formação de professores para além da lógica mercadológica que se apresenta. A partir de uma análise em fontes bibliográficas, apresentamos como principais referenciais para nossos estudos Adorno (1995), Adorno e Horkheimer (1985), Hannah Arendt (2011) e Jacques Rancière (2013)."
    "modalidade" => "Comunicação Oral (CO)"
    "area_tematica" => "ET 06: Cidadania, Direitos Humanos e Inclusão Social"
    "palavra_chave" => ", , , , "
    "idioma" => "Português"
    "arquivo" => "TRABALHO__EV224_ID289_TB1855_11082025103111.pdf"
    "created_at" => "2026-02-04 10:44:06"
    "updated_at" => null
    "ativo" => 1
    "autor_nome" => "JOÃO VICENTE HADICH FERREIRA"
    "autor_nome_curto" => "JOÃO VICENTE"
    "autor_email" => "joaohadich@uenp.edu.br"
    "autor_ies" => "UNIVERSIDADE ESTADUAL DO NORTE DO PARANÁ (UENP)"
    "autor_imagem" => ""
    "edicao_url" => "anais-do-x-enalic-e-o-ix-seminario-nacional-do-pibid"
    "edicao_nome" => "Anais do X ENALIC e o IX Seminário Nacional do PIBID"
    "edicao_evento" => "X Encontro Nacional das Licenciaturas e IX Seminário Nacional do PIBID"
    "edicao_ano" => 2026
    "edicao_pasta" => "anais/enalic/2025"
    "edicao_logo" => null
    "edicao_capa" => "6980bad93ce2d_02022026115521.png"
    "data_publicacao" => null
    "edicao_publicada_em" => "2026-02-02 10:50:20"
    "publicacao_id" => 57
    "publicacao_nome" => "Revista ENALIC"
    "publicacao_codigo" => "2526-3234"
    "tipo_codigo_id" => 1
    "tipo_codigo_nome" => "ISSN"
    "tipo_publicacao_id" => 1
    "tipo_publicacao_nome" => "ANAIS de Evento"
  ]
  #changes: []
  #casts: array:14 [
    "id" => "integer"
    "edicao_id" => "integer"
    "trabalho_id" => "integer"
    "inscrito_id" => "integer"
    "titulo" => "string"
    "resumo" => "string"
    "modalidade" => "string"
    "area_tematica" => "string"
    "palavra_chave" => "string"
    "idioma" => "string"
    "arquivo" => "string"
    "created_at" => "datetime"
    "updated_at" => "datetime"
    "ativo" => "boolean"
  ]
  #classCastCache: []
  #attributeCastCache: []
  #dates: []
  #dateFormat: null
  #appends: []
  #dispatchesEvents: []
  #observables: []
  #relations: []
  #touches: []
  +timestamps: false
  #hidden: []
  #visible: []
  +fillable: array:13 [
    0 => "edicao_id"
    1 => "trabalho_id"
    2 => "inscrito_id"
    3 => "titulo"
    4 => "resumo"
    5 => "modalidade"
    6 => "area_tematica"
    7 => "palavra_chave"
    8 => "idioma"
    9 => "arquivo"
    10 => "created_at"
    11 => "updated_at"
    12 => "ativo"
  ]
  #guarded: array:1 [
    0 => "*"
  ]
}
Publicado em 02 de fevereiro de 2026

Resumo

É possível educar num mundo em que o legado tem sido a barbárie? Envoltos pela sombra contínua de um tempo fascista, sob a qual já nos alertava Adorno (1995) que é premissa primeira para a educação que Auschwitz não se repita, apresentamos a análise de uma educação emancipadora considerando a necessidade de uma educação política. Para Hannah Arendt (2011) a crise na educação é uma crise política e, é na política, como condição humana, que se manifesta nossa liberdade para agir e transformar o mundo. Dado o contexto, é na esfera pública que se efetiva a vida política e, a falta dessa ou sua supressão representam a impossibilidade do exercício da liberdade, razão de ser da política. Por isso, considerando a responsabilidade dos educadores num mundo pós-Auschwitz, formar para a emancipação é resistir contra a barbárie na perspectiva da constituição de um mundo comum. Nesse sentido, é uma educação que deve extrapolar os muros da escola na sua dimensão formativa, comportando uma educação social para uma vida democrática. Portanto, uma educação contra a violência, a meritocracia, o preconceito, na proposição de uma verdadeira inclusão e que subverta a lógica neoliberal de uma sociedade administrada e danificada. Diante de tais parâmetros, a educação, como processo formativo, é condição de humanização, promovendo a emancipação e a autonomia dos sujeitos diante da opressão a que se pretende submeter a esfera pública e os existentes, constituindo, na contramão, um mundo democrático. Pensar tais condições implica um olhar para a escola pública como potencial lócus de resistências, e a formação de professores para além da lógica mercadológica que se apresenta. A partir de uma análise em fontes bibliográficas, apresentamos como principais referenciais para nossos estudos Adorno (1995), Adorno e Horkheimer (1985), Hannah Arendt (2011) e Jacques Rancière (2013).

Compartilhe:

Visualização do Artigo


Deixe um comentário

Precisamos validar o formulário.