Artigo Anais do X ENALIC e o IX Seminário Nacional do PIBID

ANAIS de Evento

ISSN: 2526-3234

JOGOS QUE ENSINAM: A MATEMÁTICA COMO LINGUAGEM DA INFÂNCIA NO CONTEXTO ESCOLAR E SUAS POTENCIALIDADES PARA O DESENVOLVIMENTO DO PENSAMENTO, DA AUTONOMIA E DAS RELAÇÕES SOCIAIS

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Publicado em 02 de fevereiro de 2026

Resumo

Durante o primeiro semestre de 2025, no âmbito do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID), foram desenvolvidas atividades em turma de 1º ano do Ensino Fundamental do Centro de Ensino e Pesquisa Aplicada à Educação (CEPAE/UFG), com foco nas aulas de Matemática. As intervenções ocorreram em regime de docência compartilhada, sob a supervisão do professor regente, e se caracterizaram por uma proposta pedagógica que alia ludicidade, afetividade e intencionalidade didática. As práticas observadas e conduzidas pelas pibidianas, com base em autores como Kamii, Vygotsky e Freire, valorizaram a escuta, a mediação e o respeito aos diferentes ritmos de aprendizagem. A proposta visou integrar o conteúdo matemático à realidade das crianças, promovendo a construção do conhecimento por meio de experiências significativas. Jogos como UNO, bingo dos 100, jogo da velha, memória do número 10, jogo dos cincos e brincadeiras como pular corda e corrida da velha foram utilizados para explorar noções de contagem, soma, sequência numérica, raciocínio lógico e resolução de problemas. Ademais, rodas de conversas e atividades lúdicas evidenciaram o papel mediador do educador na construção do conhecimento e no desenvolvimento da autonomia infantil. Assim, além de desenvolver habilidades matemáticas, essas práticas contribuíram para o engajamento, a socialização e a inclusão dos alunos, que participaram ativamente das propostas em pequenos grupos, no pátio ou na sala de aula. Dessa forma, as experiências relatadas demonstraram como a prática docente pode ser enriquecida por ações planejadas, interdisciplinares e comprometidas com uma educação humanizadora, em que a matemática é entendida não apenas como conteúdo, mas como linguagem para o desenvolvimento do pensamento, da autonomia e da convivência democrática.

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