Artigo Anais do X ENALIC e o IX Seminário Nacional do PIBID

ANAIS de Evento

ISSN: 2526-3234

A PRÁTICA ANTIRRACISTA COMO COMPROMISSO ESCOLAR ROMPENDO AS RAÍZES DO PRECONCEITO

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Publicado em 02 de fevereiro de 2026

Resumo

O Projeto Baobá: Práticas de Educação Antirracista na Escola tem como propósito a promoção da educação para as relações étnico-raciais e vincula-se ao Programa de Extensão Direitos Humanos, Inclusão e Acessibilidade da Universidade do Vale do Taquari/Univates. Destinado às turmas de 1º e 2º anos do Ensino Fundamental da rede municipal de Lajeado/RS, objetiva valorizar a ancestralidade africana, desconstruir referenciais eurocentrados e fortalecer o pertencimento identitário das crianças, tendo em vista que mesmo após a abolição da escravatura, o Brasil não promoveu uma política efetiva de combate ao racismo. As ações do projeto envolvem oficinas e atividades formativas com crianças e docentes, utilizando recursos como literatura, oralidade, arte e corporeidade. Na primeira vivência, desenvolveu-se a contação da lenda Ubuntu, expressão da filosofia africana que enfatiza a interdependência humana e a coletividade. Posteriormente, uma cesta com doces foi colocada sob a sombra de uma árvore, convidando as crianças a alcançá-la. A experiência da partilha dos doces materializou o princípio “eu sou porque nós somos”, tensionando valores individualistas e competitivos reproduzidos na sociedade contemporânea. Metodologicamente, o projeto integra vivências mensais nas escolas e ações formativas com graduandos e docentes articulando ensino, pesquisa e extensão em um processo dialógico e contínuo entre universidade e comunidade escolar. A centralidade dos saberes ancestrais, o protagonismo de negros e indígenas e a luta para que a cultura afro-brasileira não seja evidenciada apenas em datas comemorativas constituem princípios estruturantes desse projeto extensionista. Os resultados evidenciam a ampliação do repertório docente, o fortalecimento de uma ambiência racial na escola e a potencialidade de metodologias participativas para a vivência de valores comunitários. As ações do projeto podem produzir reflexões críticas sobre solidariedade, respeito e equidade, reafirmando a educação como ato político e como semeadura de humanidade para a construção de um futuro socialmente justo.

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