Artigo Anais do X ENALIC e o IX Seminário Nacional do PIBID

ANAIS de Evento

ISSN: 2526-3234

INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL NO ENSINO SUPERIOR: PERCEPÇÕES E VIVÊNCIAS DE LICENCIANDOS EM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DE UMA UNIVERSIDADE PÚBLICA PARAENSE ACERCA DESSA TECNOLOGIA

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Publicado em 02 de fevereiro de 2026

Resumo

Este trabalho trata sobre uma pesquisa desenvolvida no ano de 2025 com o objetivo de analisar opiniões e experiências de licenciandos em Ciências Biológicas acerca das tecnologias denominadas inteligência artificial (IA), no contexto educacional, considerando suas implicações cognitivas, éticas e pedagógicas. Fundamentou-se em referenciais teóricos que problematizam a ausência de consciência, intencionalidade e compreensão real por parte dessas ferramentas, apontando riscos como dependência excessiva, desinformação e regressão cognitiva. Trata-se de uma pesquisa qualitativa, exploratório e de levantamento, realizada junto a graduandos de Ciências Biológicas de uma universidade federal paraense. O instrumento de coleta foi um questionário estruturado em dois blocos: o primeiro para dados de identificação e o segundo para questões objetivas e subjetivas relacionadas a opiniões e ao uso da IA. As respostas discursivas foram analisadas por meio de leitura minuciosa e categorização temática. Os resultados indicaram que 64,91% dos participantes utilizam IA com frequência ou esporadicamente, enquanto 9% não fazem uso significativo. As finalidades mais citadas foram geração de ideias, revisão textual, tradução e compreensão de conteúdos complexos, especialmente para aprendizagem personalizada. Quanto à contribuição da IA para o pensamento crítico, 28% afirmaram que contribui bastante, 52,73% que contribui em parte e o restante apresentou ressalvas. Destacou-se a ausência de orientações institucionais sobre o uso ético da tecnologia, fator que limita sua aplicação segura e reflexiva. Constatou-se ainda desconfiança quanto à confiabilidade das informações geradas, reforçando a necessidade de formação em alfabetização digital crítica, abrangendo aspectos como algoritmos, vieses, privacidade e verificação de dados. Conclui-se que, embora a IA represente recurso valioso para apoiar a produção acadêmica e a personalização do ensino, seu uso no ensino superior deve ser mediado pedagogicamente, com vistas a fortalecer a autonomia intelectual, a ética informacional e a capacidade reflexiva dos estudantes, integrando-a de forma consciente e orientada por princípios humanísticos e democráticos.

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