Artigo Anais do X ENALIC e o IX Seminário Nacional do PIBID

ANAIS de Evento

ISSN: 2526-3234

CIÊNCIAS COM O QUE SE TEM: ADAPTAÇÕES CRIATIVAS PARA AULAS PRÁTICAS NO ENSINO FUNDAMENTAL II

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Publicado em 02 de fevereiro de 2026

Resumo

O ensino de ciências, ainda que amplo e bem explorado, por vezes, tende a ser ligado à adoção de métodos passivos de aprendizagem. Isso ocorre, não incomumente, pela falta de espaços, de recursos e de materiais adequados para realização de práticas pedagógicas mais proveitosas como as aulas práticas. Assim, ajustes nos espaços escolares disponíveis são necessários para exploração de estratégias didáticas ativas. Sob a perspectiva do Pluralismo Metodológico e da Teoria da Aprendizagem Significativa de Ausubel, entende-se que o processo de ensino deve articular diferentes estratégias pedagógicas que permitam que a aprendizagem seja mais efetiva, contextualizada e integrada ao cotidiano. Com isso, o presente relato de experiência objetiva descrever as adaptações criativas para a execução de aulas práticas nas aulas de Ciências em uma escola de Ensino Fundamental II do município de Fortaleza, Ceará. Logo, realizamos uma sequência de 4 aulas práticas, sempre contextualizadas previamente, seguindo o conteúdo programático das turmas de 8° e 9° anos. O planejamento para as aulas práticas fundamentou-se na utilização de materiais acessíveis e disponíveis no ambiente escolar, bem como na apropriação de espaços como a sala de aula e o pátio, contando com participação direta dos alunos. As aulas experimentais ocorreram da seguinte forma: a primeira teve como objetivo apresentar os principais materiais de laboratório, como vidrarias e EPIs, além de demonstrar reações químicas básicas, adaptadas e seguras. A segunda abordou o sistema digestivo, simulando processos químicos da digestão. A terceira trabalhou genética, com a extração do DNA da banana. Por fim, a quarta consistiu no cultivo de fungos, discutindo higiene e controle de microorganismos. Essas atividades, possibilitaram aos alunos não apenas a compreensão da teoria, mas a vivência de experimentos que aproximam o conhecimento do cotidiano, reforçando o papel das aulas práticas como recurso essencial para a promoção de uma aprendizagem significativa.

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