Artigo Anais do X ENALIC e o IX Seminário Nacional do PIBID

ANAIS de Evento

ISSN: 2526-3234

TENSIONAMENTOS DE UM ESTÁGIO EM EDUCAÇÃO ESPECIAL: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA NUMA LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO FÍSICA

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Publicado em 02 de fevereiro de 2026

Resumo

A deficiência deixou de ser vista apenas como condição individual para ser compreendida como questão social, base da educação inclusiva no Brasil, que prevê a adaptação da escola a todos os alunos. Diante do exposto, este trabalho analisa criticamente o Estágio Supervisionado IV, “Educação Física na Educação Especial”, da Licenciatura em Educação Física da Universidade do Estado da Bahia- Campus XII (UNEB-Campus XII), por meio de um relato de experiência. Encontramos diversos paradoxos e tensionamentos durante esse período, sendo o primeiro deles a nomenclatura do componente, “educação especial”, que contrasta com a perspectiva inclusiva vigente. A problemática se aprofunda na previsão de inserção em espaços formais e não formais, inclusivos ou segregados, configuração incoerente com o campo da licenciatura, cujos espaços não escolares são direcionados ao bacharelado. Tal permanência curricular, embora respaldada pela Resolução CNE 06/2018, reforça na prática a lógica da excepcionalidade, em vez de consolidar a transversalidade na formação para a diversidade. As dificuldades na busca por um campo de estágio refletiram esse paradoxo: espaços segregados estão em justo declínio, enquanto as Salas de Recursos Multifuncionais (SRM/AEE) da região ainda não possuem cultura de recepção para estagiários de Educação Física. Diante disso, a prática ocorreu no Programa de Atividade Motora Adaptada (PROAMA), projeto de extensão da própria UNEB. A experiência com natação adaptada valorizou a psicomotricidade e a afetividade, reforçando o potencial inclusivo da área. Conclui-se que, apesar da rica experiência no PROAMA, é necessária a revisão do projeto pedagógico, em busca da superação de um componente apartado em favor da transversalidade. Compreendemos que a preparação para a diversidade deve ser princípio indissociável de todas as práticas de estágio no ensino regular, a fim de capacitar o futuro professor para a realidade inclusiva de fato.

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