Artigo Anais do X ENALIC e o IX Seminário Nacional do PIBID

ANAIS de Evento

ISSN: 2526-3234

O USO DO TANGRAM NO ENSINO DE MATEMÁTICA: RELATO DE EXPERIÊNCIA NO PIBID COM TURMA DE 8º ANO

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Publicado em 02 de fevereiro de 2026

Resumo

Este relato descreve uma experiência pedagógica realizada no âmbito do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID), vinculada ao subprojeto de Matemática do campus de Paraíso do Tocantins, por meio de uma oficina com alunos do 8º ano utilizando o Tangram, um quebra-cabeça chinês formado por sete peças geométricas. A proposta surgiu como forma de tornar o conteúdo mais concreto e dinâmico, despertando nos alunos o interesse e a curiosidade por meio da manipulação das formas. A atividade foi desenvolvida em uma escola também localizada no município de Paraíso do Tocantins. Iniciamos com uma conversa sobre o que os estudantes já sabiam sobre geometria, conectando os saberes prévios com a atividade que seria feita. Como não havia Tangram suficientes para todos, fizemos com que cada aluno confeccionasse o seu próprio com papel A4, seguindo nosso passo a passo de montagem. O envolvimento foi imediato: traçar, medir, cortar e montar suas próprias peças tornou-se um momento de descoberta. A sala ganhou vida com a empolgação e criatividade dos alunos, que até personalizaram seus conjuntos com cores e desenhos. Com os Tangram prontos, os estudantes foram convidados a montar e desmontar livremente, criando figuras e explorando possibilidades. Em seguida, lançamos desafios específicos, como reproduzir animais e objetos, sempre incentivando o raciocínio e a observação. Esse processo, mais do que ensinar geometria, valorizou a autonomia, o protagonismo e o prazer de aprender. A atividade evidenciou como o uso de materiais lúdicos pode tornar o aprendizado mais significativo. Como defendem Lorenzato e Freire, o aprendizado acontece de forma mais eficaz quando o aluno participa ativamente do processo. Ao construírem seus próprios Tangram e se envolverem nas atividades, os estudantes não apenas aprenderam conteúdos matemáticos, mas vivenciaram uma experiência educativa mais humana, criativa e participativa.

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