Artigo Anais do VII Seminário Internacional Desfazendo Gênero

ANAIS de Evento

ISSN: 2447-2190

BANZO COMO A PALAVRA QUE RESTA: A FABULAÇÃO CRÍTICA COMO PRODUTORA DE CONTRANARRATIVAS IDENTITÁRIAS

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Publicado em 03 de fevereiro de 2026

Resumo

O estudo tem como objetivo apresentar uma conceituação de banzo, aproximando-o e afastando-o das compreensões de lugar fechado advinda do modelo organizativo das plantations do período colonial e de melancolia de gênero, para pensá-lo dentro de narrativas de autoria negra, enquanto produtor de identidades racializadas, desde a margem. A partir de Diário de Bitita (1982), de Carolina Maria de Jesus e A palavra de resta (2021), de Stênio Gardel, o texto pretende seguir as personagens em suas experiências de autodefinição, pelas tentativas de apropriação das culturas em que estão inseridas, principalmente através da linguagem, no alfabetizar-se, no aprender a ler para escrever e contar sua história, como um movimento de afirmação de identidades. Para além dos sentidos formais, oralidade e relações de solidariedade na identificação aparecem como chave para lidar com os estranhamentos emocionais advindos das proibições nos modos de ser e compreender o mundo.

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