Artigo Anais do X ENALIC e o IX Seminário Nacional do PIBID

ANAIS de Evento

ISSN: 2526-3234

APLICAÇÃO DA DINÂMICA DO “QUEBRA-CABEÇA” NO ENSINO DA EVOLUÇÃO DAS PLANTAS

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Publicado em 02 de fevereiro de 2026

Resumo

Por tratar-se de um conteúdo cumulativo e denso, o ensino de Botânica na educação básica, frequentemente, enfrenta dificuldades relacionadas ao distanciamento deste conteúdo por parte dos alunos, especialmente o tópico evolução das plantas. O mesmo, é acometido pela falta da percepção botânica, fenômeno que afeta a sociedade moderna, especialmente em ambientes urbanos, onde o contato com a natureza é limitado. Nesse contexto, este trabalho relata a aplicação da metodologia ativa do “quebra-cabeça”, proposta por Aronson, como estratégia para promover maior engajamento, compreensão e desenvolvimento do pensamento crítico e reflexivo. A atividade foi aplicada em uma turma do 8º ano do ensino fundamental, de uma escola pública de Belo Horizonte, Minas Gerais. A sequência didática contemplou aulas expositivas sobre os grupos vegetais (Briófitas, Pteridófitas, Gimnospermas e Angiospermas) e a posterior aplicação da metodologia em quatro etapas: grupos de origem, grupos de especialistas, grupos mistos (quebra-cabeça) e produção de mapas mentais individuais. A avaliação formativa foi realizada por meio dos registros fotográficos e análise dos mapas mentais produzidos. De forma somativa, os alunos responderam a questões em um simulado, avaliação prevista pelo cronograma da escola. Os resultados evidenciaram o engajamento dos estudantes, a produção de mapas mentais com articulação entre os subtemas e a consolidação de conceitos como vasos condutores, sementes e flores. Observou-se também o desenvolvimento de habilidades interpessoais, como capacidade de organização e síntese, comunicação oral, autonomia, protagonismo, criticidade, trabalho em diferentes equipes e compartilhamento de responsabilidades. Dificuldades iniciais como, organização espacial da sala e separação dos grupos (definidos pelas afinidades intrínsecas dos próprios estudantes), foram superadas com mediação docente. Assim, percebe-se que a metodologia do quebra-cabeça se mostrou eficaz para o ensino da evolução das plantas, favorecendo não apenas a aprendizagem dos conteúdos, mas também a formação integral dos estudantes, consoante com a BNCC.

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