Artigo Anais do X ENALIC e o IX Seminário Nacional do PIBID

ANAIS de Evento

ISSN: 2526-3234

UM RELATO, RAÍZES QUE CONTAM: LITERATURA INDÍGENA NO ENSINO DE HISTÓRIA.

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Publicado em 02 de fevereiro de 2026

Resumo

Este relato de experiência tem como objetivo descrever uma oficina realizada no Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID), subprojeto história da Universidade Estadual da Paraíba, com estudantes do 7° ano do ensino fundamental II, em uma escola pública , com o fito de promover a valorização da literatura indígena no ensino de História e na sala de aula. A atividade promoveu reflexões sobre a representação e a presença dos povos indígenas na sociedade brasileira e na comunidade escolar a partir do viés literário, buscando a valorização de suas narrativas, saberes e resistência. Partimos de uma ação educativa baseada em oficina pedagógica, organizada em três momentos: apresentação do contexto nascente dos povos originários do Brasil e da Paraíba, juntamente com a desmistificação de termos pejorativos e estereótipos, e leitura coletiva de mitos do autor indígena Daniel Munduruku e produção textual dos alunos. De tal forma, discutir em sala de aula a literatura indígena e a construção da identidade indígena por meio de atividades interativas, como a produção textual criativa dos alunos, contribui para a inclusão da temática indígena na escola. Observamos que os alunos refletiram para além da literatura e se envolveram em um ambiente real de reflexão crítica, colaborando para novos olhares sobre os povos indígenas. Ademais, O referencial teórico-metodológico baseou-se em Freire (2011), Bittencourt (2008), Ribeiro (2019) e Cunha (2009), que discutem a prática docente crítica e o papel de uma educação antirracista, propondo a escola como lugar de diálogo entre diversos saberes. Os resultados mostraram que a oficina estimulou a criação de mitos inspirados nas vivências dos próprios alunos, comprovando a compreensão dos conteúdos. Destarte, a atividade está correlacionada à Lei n° 11.645/2008, e a literatura indígena se mostrou como um recurso importante para um ensino histórico diverso, inclusivo e crítico.

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