Artigo Anais do X ENALIC e o IX Seminário Nacional do PIBID

ANAIS de Evento

ISSN: 2526-3234

QUEBRANDO BARREIRAS: O DESAFIO DA INCLUSÃO DE CRIANÇAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL SOB O OLHAR DO PIBID

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Publicado em 02 de fevereiro de 2026

Resumo

O presente trabalho apresenta uma reflexão sobre práticas pedagógicas inclusivas vivenciadas e desenvolvidas através das experiências proporcionadas no âmbito do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID) do Centro Universitário das Faculdades Associadas de Ensino - UNIFAE, com foco no desenvolvimento de atividades e materiais para o estímulo pré matemática para crianças cegas ou com baixa visão na Educação. A experiência partiu da constatação de que a ausência de materiais didáticos acessíveis representa um obstáculo significativo à aprendizagem de conceitos matemáticos, especialmente na fase inicial da escolarização. Diante desse desafio, propôs-se a criação de materiais pedagógicos adaptados, com destaque para o dominó tátil e o jogo da memória sensorial, elaborados a partir de elementos como texturas, relevos e contrastes perceptivos. Tais recursos foram cuidadosamente planejados para favorecer a exploração tátil, a lógica, a pareação e o reconhecimento de formas, e incluindo a aprendizagem sobre os processos mentais pré matemática, permitindo à criança cega ou com baixa visão vivenciar seu aprendizado de forma concreta e significativa. A elaboração manual dos jogos, utilizando materiais simples como tecidos, velcro, botões demonstrou que é possível romper barreiras de acessibilidade com criatividade, sensibilidade e intencionalidade pedagógica. Os resultados apontam para avanços no engajamento, na autonomia e na compreensão dos conteúdos por parte das crianças, evidenciando o impacto positivo da adaptação de recursos no processo de ensino-aprendizagem. Ademais, a experiência contribuiu de maneira formativa para os bolsistas envolvidos, ao proporcionar uma atuação pautada na escuta, no respeito às singularidades e na efetivação do direito à aprendizagem. Conclui-se que a produção de materiais acessíveis é elemento indispensável para a efetivação de uma educação matemática verdadeiramente inclusiva.

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