Artigo Anais do X ENALIC e o IX Seminário Nacional do PIBID

ANAIS de Evento

ISSN: 2526-3234

O ENSINO DE GENÉTICA E A FORMAÇÃO DOCENTE: PRÁTICAS PEDAGÓGICAS COM O JOGO BIOGAME NA SALA DE AULA

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Publicado em 02 de fevereiro de 2026

Resumo

A genética ocupa uma posição paradoxal no currículo de Biologia do ensino médio: constitui, ao mesmo tempo, uma área científica de vanguarda e uma disciplina marcada por elevados índices de incompreensão estudantil. Este trabalho busca investigar se um recurso didático baseado em jogos pode contribuir, ainda que parcialmente, para minimizar dificuldades de aprendizagem relacionadas à genética. A proposta centra-se na análise do BIOGAME, jogo educacional desenvolvido no âmbito do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID) e aplicado em turmas do Terceiro Ano do Ensino Médio, na Escola de Referência em Ensino Médio Confederação do Equador. Paudalho/PE. Embora o jogo não tenha sido originalmente concebido a partir dos referenciais epistemológicos de Bachelard ou da didática das ciências, sua estrutura dialoga com princípios de uma educação progressista e ativa. Com base nesses referenciais teóricos, o estudo analisa em que medida o BIOGAME se aproxima de práticas capazes de enfrentar alguns dos obstáculos epistemológicos característicos do ensino de genética, como a abstração espacial e temporal, a complexidade simbólica e a natureza probabilística dos processos hereditários. Tais obstáculos manifestam-se frequentemente por meio de concepções alternativas persistentes, dificuldades afetivas e fragmentação conceitual, conforme discutido por autores como Alves e Cavalcante (2017). A análise busca compreender se o jogo pode funcionar como ferramenta de mediação parcial para essas barreiras, favorecendo a aprendizagem e a reorganização de estruturas cognitivas. Espera-se que, embora não resolva por completo os desafios do ensino de genética, o BIOGAME possa representar uma alternativa didática com potencial para contribuir nesse enfrentamento, ao mesmo tempo em que instiga reflexões sobre formação docente, currículo e avaliação.

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