Artigo Anais do X ENALIC e o IX Seminário Nacional do PIBID

ANAIS de Evento

ISSN: 2526-3234

PROJETO DE LETRAMENTO ANTIRRACISTA E NEURODIVERSO: CAMINHOS INTERTEXTUAIS PARA UMA EDUCAÇÃO CRÍTICA E INCLUSIVA

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Publicado em 02 de fevereiro de 2026

Resumo

No presente trabalho, apresentamos um relato de experiência vivenciado na Escola de Referência em Ensino Médio (EREM) Professor Cândido Duarte, localizada em Recife - PE, em razão da nossa participação no projeto “Produção de texto na Educação Básica: caminhos entre a escola e a universidade”, orientado pela professora Dra. Siane Gois Cavalcanti Rodrigues, no núcleo de Letras - Português do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID) da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Elaboramos o subprojeto intitulado “Projeto de letramento antirracista e neurodiverso: caminhos intertextuais para uma educação crítica e inclusiva”, supervisionado pela professora Mônia Cavalcanti de Souza, para ser aplicado na turma do terceiro ano B. Ambientada numa escola que enfrenta problemas por conta da falta de climatização e da precarização da estrutura física, com muitos estudantes provenientes de comunidades periféricas e dois alunos com deficiência intelectual sem assistência especializada, essa turma apresentou a necessidade de desatar nós para colocar sua voz no mundo. Através do conceito de “escrevivência” de Conceição Evaristo, trabalhamos com esses estudantes a leitura de textos engajados politicamente, como músicas do gênero rap, literatura cordelista e o gênero da carta aberta. Impulsionamos a produção de textos para que eles usassem a linguagem como forma de expressão de suas subjetividades e de compartilhamento de suas vivências, através de atividades que trabalham a oralidade, a escrita, a criação literária e o audiovisual. Ao discutir criticamente questões como identidade, território, neurodiversidade, desigualdade e direitos, buscou-se promover o empoderamento e protagonismo estudantis na luta por condições dignas de vida e educação, dialogando com a realidade enfrentada pelos alunos, respeitando os seus saberes e co-construindo a compreensão de seu lugar enquanto sujeitos sócio-historicamente situados, capazes de transformar o ambiente em que vivem. Como subsídio teórico-metodológico, encontramos respaldo em Cavalcante e Rodrigues-Júnior (2005), Bazerman (2021) e Oliveira (2016).

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