Artigo Anais do X ENALIC e o IX Seminário Nacional do PIBID

ANAIS de Evento

ISSN: 2526-3234

GEOMORFOLOGIA LOCAL E ENSINO DE GEOGRAFIA: O TRABALHO DE CAMPO COMO ESTRATÉGIA DE APROXIMAÇÃO ENTRE O EDUCANDO E O RELEVO DE ILHÉUS-BA

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Publicado em 02 de fevereiro de 2026

Resumo

Este trabalho objetivou discutir a inserção da Geomorfologia/relevo local no ensino de Geografia, focalizando o Município de Ilhéus-BA. Considera-se que o ensino baseado na geografia escolar tradicional ignora as escalas locais nas abordagens dos conteúdos, onde insere-se o componente relevo. Segundo Pereira e Schuhmacher (2022) e Oliveira, Amorim e santos (2006), esta postura fragmenta e desarticula os conteúdos geográficos com o espaço vivido pelo educando. Este dilema marca o ensino de Geografia pela pela abordagem de temas no processo de ensino-aprendizagem e pelos materiais, como livros didáticos, que são limitados por não abordar a realidade local, e por fragmentar os componentes do meio. A pesquisa adotou uma abordagem qualitativa, dividida em levantamento bibliográfico, mapeamento, pesquisa de campo e análise do relevo de Ilhéus-BA. Foram identificados quatro compartimentos de relevo, sendo eles: Planalto Costeiro, Planalto Pré-Litorâneo, Planície Marinha e Planície Flúvio Marinha, que resultam de interações entre fatores estruturais, climáticos e hidrológicos (Florenzano, 2016; Araújo, 2012;A’b Saber, 2003). Defende-se que a compreensão do relevo deve ser sistêmica, integrada aos elementos físico-naturais, sociais e à realidade local, pois, o relevo não pode ser entendido isoladamente, mas, como parte da totalidade da paisagem (Ross, 2000; Marques, 2001). Constata-se que o trabalho de campo é a metodologia e estratégia mais viável para aproximar o educando da Geomorfologia/relevo local, superando a excessiva abstração dos conteúdos, promovendo uma aprendizagem significativa e possibilitando ao educando relacionar os conceitos com a realidade vivenciada (Dias e Dias; 2019; Silva e Baitz, 2021). Portanto, o ensino de Geografia deve valorizar o espaço vivido como objeto de análise geográfica, como ponto de chegada ou de partida, favorecendo a construção de conhecimento contextualizado à realidade local, visando a formação de um educando crítico, reflexivo e capaz de despertar o raciocínio geográfico não só em macroescalas, mas, na escala local.

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