Artigo Anais do X ENALIC e o IX Seminário Nacional do PIBID

ANAIS de Evento

ISSN: 2526-3234

ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO: DA FORMAÇÃO INICIAL AO DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL DOCENTE DOS ORIENTADORES DE UMA IES.

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Publicado em 02 de fevereiro de 2026

Resumo

O presente trabalho apresenta um recorte da pesquisa de doutorado que versa sobre a importância do Estágio Curricular Supervisionado (ECS) como lócus de formação permanente para orientadores desse momento formativo de uma Instituição de Ensino Superior (IES) quanto ao seu Desenvolvimento Profissional Docente (DPD). Para isso, realizou-se uma investigação qualitativa de tipo narrativo e documental, por meio de entrevistas e análise de documentos legais, cujo foco foram os professores formadores do curso de licenciatura em Letras de um campus do IFSP que orientam estágio e como este impactou o seu DPD. O objetivo geral era compreender, explicar e analisar como os ECS se configuram em lócus do DPD de seus formadores, a partir das Competências de Ensinar. Entendemos que a formação docente se inicia desde a licenciatura, especialmente durante a execução do ECS, sendo um momento de construção de conhecimento via práxis, mas que não se encerra com a conclusão da graduação. Pudemos identificar, nos documentos que regem essa Licenciatura que há indícios de configuração do ECS como práxis e como pesquisa, mas falta a direta e objetiva correlação dos ECS com as suas disciplinas articuladoras do currículo. Quanto à atuação dos formadores nas orientações, percebemos que é forte a influência dos saberes e conhecimentos experienciais/ tácitos ou Competência Implícita, especialmente na execução do ECS, com foco na atenção aos aspectos administrativos, mas pouco acompanhamento junto ao estagiário na unidade concedente. Entretanto, percebe-se que o ECS contribui para uma nova etapa do DPD dos formadores, ainda que de forma individual e pontual a partir do próprio contexto ser diferente de suas formações iniciais. Algo latente é a falta de oportunidade de compartilhamento das vivências do ECS de forma institucional junto a seus atores (supervisores, orientadores, estagiários, coordenador de extensão), o que alcançaria uma segunda etapa do DPD: a formação coletiva.

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