Artigo Anais do X ENALIC e o IX Seminário Nacional do PIBID

ANAIS de Evento

ISSN: 2526-3234

A ORALIDADE COMO CAMINHO PARA UMA EDUCAÇÃO CRÍTICA

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Publicado em 02 de fevereiro de 2026

Resumo

O objetivo deste trabalho é apresentar resultados de uma experiência sobre o ensino de oralidade por meio do Rap no Centro de Educação Fundamental 11, na Ceilândia - DF, em contexto de O Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID) . A ideia de trabalhar esse tema surgiu a partir de uma oficina do PIBID sobre a lei 11.645/08, que torna obrigatório o ensino da história e cultura afro-brasileira e indígena em todas as escolas, no campo artístico-literário. São referências fundamentais para essa temática os autores Marcuschi (2008) e Dolz (2009). Segundo eles, os gêneros, não só os escritos, mas também os orais, são ferramentas críticas para o ensino da língua e para reflexão sobre diversos problemas sociais. A primeira etapa dessa atividade, desenvolvida no âmbito do PIBID durante o ano de 2025, focou em narrativas indígenas e escrita criativa. Os alunos leram trechos de contos do povo Awa-Guajá, com os quais refletimos sobre a importância dos povos originários e suas contribuições culturais. Na segunda etapa, trabalhamos o gênero oral Rap, levando em conta Fernandes (2014), que aponta o potencial desse gênero para o letramento de jovens periféricos. A escolha justifica-se pelo contexto da escola, situada numa região periférica, onde essa manifestação é familiar e significativa. Ao inseri-la nas aulas de Língua Portuguesa, houve maior engajamento dos estudantes, permitindo que expressassem suas vivências de forma crítica e criativa. Também analisamos letras de rap em seus contextos de usos, favorecendo o reconhecimento da estrutura e da força expressiva desse gênero. Com isso, conseguimos a valorização da cultura negra entre os alunos, ampliar repertórios socioculturais, incentivar a leitura do mundo e fortalecer o protagonismo discente. Além disso, a experiência contribui para nossa formação como professores sensíveis às realidades culturais dos alunos.

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