Artigo Anais do X ENALIC e o IX Seminário Nacional do PIBID

ANAIS de Evento

ISSN: 2526-3234

EM BUSCA DOS PORQUÊS NO ENSINO DE CIÊNCIAS: UMA ABORDAGEM DIDÁTICA COM BASE NAS 4 CAUSAS DE ARISTÓTELES

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Publicado em 02 de fevereiro de 2026

Resumo

Este relato de experiência apresenta uma proposta didática desenvolvida com uma turma do 9º ano da EMTI Joaquim Francisco, vinculada ao Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID). O objetivo foi incentivar a curiosidade e o pensamento científico dos alunos, aproximando-os da lógica das investigações em ciências. Para isso, utilizou-se como recurso conceitual as quatro causas de Aristóteles (material, formal, eficiente e final), oferecendo uma contextualização histórica sobre as origens do método científico e orientando os alunos sobre o que pode ser questionado diante de um objeto desconhecido. A proposta buscou responder à seguinte questão: como uma abordagem inspirada nas quatro causas de Aristóteles pode contribuir para a formação da postura investigativa e para a ampliação da curiosidade científica dos alunos no ensino fundamental? A atividade foi desenvolvida em três aulas de 50 minutos, com atividades em grupo, aula dialogada e prática em laboratório. Os alunos observaram dois objetos (um frasco de fertilizante NPK sem rótulo e uma fita cassete) e formularam perguntas sobre eles. Posteriormente, as perguntas foram analisadas por meio do método da análise de conteúdo, sendo classificadas em categorias prévias (as quatro causas aristotélicas) e, em um segundo momento, em categorias emergentes: perguntas investigativas e perguntas com autonomia na problematização. Os resultados indicaram predominância de perguntas relacionadas à causa final e à causa eficiente. Questões investigativas foram mais frequentes do que aquelas com autonomia, sobretudo em relação ao NPK, objeto menos familiar aos estudantes. Já a fita cassete, mais conhecida culturalmente, gerou menor volume de questionamentos. A abordagem contribuiu para ampliar o repertório dos alunos quanto às formas de interrogar um objeto e estimulou a postura investigativa. Embora a autonomia na problematização ainda demande maior desenvolvimento, a experiência mostrou-se promissora no resgate da curiosidade científica.

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