Artigo Anais do X ENALIC e o IX Seminário Nacional do PIBID

ANAIS de Evento

ISSN: 2526-3234

MÚSICA, ANTIRRACISMO E ENSINO DE HISTÓRIA: QUAIS ARTICULAÇÕES POSSÍVEIS?

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Publicado em 02 de fevereiro de 2026

Resumo

O artigo está direcionado para a discussão sobre o uso de música no ensino de história, a partir das experiências vividas no Programa Institucional de Bolsas de Iniciação a Docência (PIBID) na articulação entre a Universidade Federal Fluminense e o Instituto de Educação Professor Ismael Coutinho, uma escola da rede estadual situada na cidade de Niterói - RJ. Entre as turmas em que desenvolvemos projetos pedagógicos, a turma de Correção de Fluxo chamou nossa atenção, especialmente por se tratar de um público de estudantes que apresenta defasagem idade-série, além de muitas dificuldades de aprendizagem e vulnerabilidade econômico-social. Considerando tais aspectos, propomos atividades orientadas pela perspectiva teórico-metodológica da educação popular, com base na obra de Paulo Freire e da noção de "pedagogia engajada" de Bell Hooks, com adoção de música como recurso didático no Ensino de História, e referenciadas pela pesquisadora Célia Maria David e pelo pesquisador Marcos Napolitano. Destacaremos duas atividades que nos permitiram reflexões sobre as vinculações entre a cultura histórica e a aula de História, na perspectiva de uma educação antirracista, com inspiração em trabalhos da pesquisadora Nilma Lino Gomes. A atividade "Som de Preto", realizada no final de 2024, teve por objetivo apresentar trajetórias de artistas negros que lutam ou lutaram contra o racismo e a "Oficina de Música: os povos indígenas e suas representações na música popular", realizada no primeiro semestre de 2025, foi pensada para estimular o debate sobre os estereótipos sobre os povos originários presente em produções de música popular brasileira. Argumentamos sobre o potencial representado pela transformação de produtos culturais em recursos didáticos para promover engajamento da realização da aula, estabelecer ligações entre a aula e experiências globais de vida, valorizar a expressão da(o) aluna(o) e para viabilizar uma aula de história que confronte estruturas de dominação social e racial.

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