Artigo Anais do X ENALIC e o IX Seminário Nacional do PIBID

ANAIS de Evento

ISSN: 2526-3234

UMA PRÁTICA PEDAGÓGICA INTERDISCIPLINAR USANDO O METÓDO POE EM ATIVIDADES ADAPTADAS PARA ALUNOS COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA

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Publicado em 02 de fevereiro de 2026

Resumo

Este trabalho relata sobre uma prática pedagógica interdisciplinar de Física e Inglês que utilizou o Método POE (Predizer, Observar, Explicar) em uma atividade adaptada, no Instituto Federal do Amapá (IFAP). Essa experiência aconteceu durante o Pibid — Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência —, no subprojeto de Física, Letras e Informática intitulado "Letramento de Simulações Computacionais e Linguagens no Ensino de Física para Suporte de Alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA)". A fundamentação teórica deste estudo apoia-se em autores como White e Gunstone (1992), Ausubel (2003), Vygotsky (1991)e Mittler (2003), reforçando a importância da aprendizagem significativa, da mediação e da inclusão. Tem como objetivo verificar o desempenho dos alunos com TEA na atividade adaptada com o método POE. A pesquisa é um estudo de caso, com abordagem descritiva e análise qualitativa dos dados. A atividade foi realizada com uma turma do 1º ano do ensino médio integrado, utilizando a simulação digital “Forças e Movimento: Noções Básicas”, disponível na plataforma PhET Colorado. Foram considerados como instrumento de coleta de dados a resolução da atividade e o questionário de percepção discente aplicados aos cinco alunos com TEA, que são acompanhados pelos professores do Atendimento Educacional Especializado (AEE), a fim de perceber se os alunos conseguiram realizar a avaliação de maneira autônoma. Os resultados mostraram que além do método POE, os recursos digitais e o perfil interdisciplinar foram essenciais para a resolução da atividade. Assim, a prática pedagógica adotada pelas professoras revelou-se eficaz ao combinar tecnologia, inclusão e o protagonismo dos estudantes no processo de ensino e aprendizagem de Física. Além disso, as respostas obtidas na pesquisa mostraram avanços em habilidades como argumentação e inferência, indicando que o POE tem potencial como uma ferramenta inclusiva no ambiente escolar.

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